Brasil - undefined·15 de março de 2017

BELÉM: MPPA vai responsabilizar envolvidos em irregularidades do aterro de Marituba

<p style="text-align: justify;">Segundo o procurador-geral Marcos Neves, h&aacute; um convencimento m&uacute;tuo de que o empreendimento foi um erro.&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: Após reunião com moradores do município de Marituba e autoridades, o procurador-geral de justiça, Marcos Neves, anunciou que o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) vai tomar medidas para responsabilizar a Revita, responsável pela gestão do aterro sanitário instalado naquela cidade, e outros envolvidos na operação inadequada do empreendimento, que tem causado transtornos a moradores da Região Metropolitana de Belém. Segundo o procurador-geral Marcos Neves, há um convencimento mútuo de que o empreendimento foi um erro. Não pode mais haver tolerância com esta situação, disse o procurador-geral Marcos Neves. Participaram da reunião representantes de associações de moradores de Marituba, o prefeito municipal Mário Henrique Biscaro, o secretário estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Luiz Fernandes Rocha, o deputado federal Arnaldo Jordy, o procurador de justiça Hezedequias Mesquita, promotores de justiça que atuam na área ambiental e representantes da Ordem dos Advogados do Brasil e da Câmara Municipal de Marituba. Os moradores de Marituba expuseram fotos do aterro sanitário e falaram sobre os transtornos ocasionados pelo empreendimento, sobretudo o mau cheiro. Os moradores de Marituba reclamaram muito da falta de diálogo com a empresa Revita e do descumprimento de acordos firmados. O promotor de justiça Godofredo Pires, integrante do Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente do MPPA, ressaltou que é necessário buscar alternativas ao aterro de Marituba e que este será um dos focos de atuação do Ministério Público.
 

Com informações do MPPA, reportagem, Storni Jr. 

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