Brasil - undefined·10 de março de 2015

BELÉM: Judiciário aborda direito das mulheres

<p>Em alus&atilde;o ao Dia da Mulher, o Tribunal de Justi&ccedil;a do Par&aacute; integra o movimento nacional &ldquo;Justi&ccedil;a pela Paz em Casa&rdquo;, do Supremo Tribunal Federal. Nas atividades, foram apresentadas duas palestras sobre a lei Maria da Penha e os direitos da mulher. Os temas foram abordados pelos ju&iacute;zes das Varas de Viol&ecirc;ncia Dom&eacute;stica contra a Mulher de Bel&eacute;m e Ananindeua, Ot&aacute;vio Albuquerque e Reijjane Oliveira. Durante a programa&ccedil;&atilde;o desta semana, o Judici&aacute;rio paraense vai ainda agilizar os julgamentos de 200 processos referentes &agrave; viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica no Estado.&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
Ouvir ·

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

Tempo do áudio -

LOC/REPÓRTER: Em alusão ao Dia da Mulher, o Tribunal de Justiça do Pará integra o movimento nacional “Justiça pela Paz em Casa”, do Supremo Tribunal Federal. Nas atividades, foram apresentadas duas palestras sobre a lei Maria da Penha e os direitos da mulher. Os temas foram abordados pelos juízes das Varas de Violência Doméstica contra a Mulher de Belém e Ananindeua, Otávio Albuquerque e Reijjane Oliveira. Durante a programação desta semana, o Judiciário paraense vai ainda agilizar os julgamentos de 200 processos referentes à violência doméstica no Estado. Segundo dados de 2014 na Capital, cerca de 1.500 processos tramitavam na 1ª e 3ª Varas de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Já na 2ª Vara o número é de aproximadamente 1.400. A juíza auxiliar da Coordenadoria Estadual de Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar Mônica Maciel, comenta os direitos da mulher.   
TEC/SONORA: Juíza auxiliar da Coordenadoria Estadual de Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar Mônica Maciel.
“É necessário que elas saibam que os seus direitos estão garantidos, que a rede de proteção está fortalecida. Infelizmente, realmente, por vergonha, por constrangimento ou até mesmo por medo, temor do agressor, muitas não procuram, não são notificados muitos casos. Mas assim, é observar que nós temos inclusive também abrigos que podem acolhê-las se houver uma situação mais grave e que estarão com seus direitos resguardados. Não deixem de denunciar”.
LOC/REPÓRTER: Nesta terça-feira, 10 de março, o Judiciário inaugura a reforma do espaço destinado à Coordenadoria Estadual de Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar, localizado no Fórum Criminal de Belém, na Cidade Velha.
Reportagem, Thamyres Nicolau
SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page