Brasil - undefined·15 de outubro de 2015

BARCARENA: Comunidades de Vila do Conde terão assistência após naufrágio

<p>&nbsp;</p><p><b>REP&Oacute;RTER:&nbsp;</b>Uma<b>&nbsp;</b>for&ccedil;a-tarefa foi criada pela Defensoria P&uacute;blica do Estado do Par&aacute; para auxiliar as comunidades atingidas pela prolifera&ccedil;&atilde;o de carca&ccedil;as de animais em estado de decomposi&ccedil;&atilde;o, ap&oacute;s o naufr&aacute;gio de um navio com cinco mil bois vivos na regi&atilde;o Vila do Conde, em Barcarena.&nbsp; O acidente ocorreu no dia 6 de outubro e os bois mortos est&atilde;o espalhados na praia depois que a barreira de conten&ccedil;&atilde;o se rompeu.&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
Ouvir ·

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

REPÓRTER: Umaforça-tarefa foi criada pela Defensoria Pública do Estado do Pará para auxiliar as comunidades atingidas pela proliferação de carcaças de animais em estado de decomposição, após o naufrágio de um navio com cinco mil bois vivos na região Vila do Conde, em Barcarena.  O acidente ocorreu no dia 6 de outubro e os bois mortos estão espalhados na praia depois que a barreira de contenção se rompeu. Os moradores da área atingida estão sendo prejudicados com o forte odor dos cadáveres e grande desastre ambiental. A defensora Aline Rodrigues, que coordena a força-tarefa, informou que a prioridade é uma ação que obrigue a retirada imediata dos restos mortais dos animais em todas as praias da região. A defensora ressalta ainda que a proliferação das carcaças apodrecidas está afetando não apenas o meio ambiente, mas a qualidade de vida das pessoas. Uma medida emergencial também foi pedida à prefeitura de Barcarena para que as famílias prejudicadas possam ser transferidas para o ginásio de esportes do município.

Com informações da Defensoria Pública do Pará, reportagem Marcela Coelho
SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page