TEC/SONORA.: Edna Rodrigues, dona de casa.
“É porque ela é uma doença perigosa, transmissível. Ela pode levar a morte. Então, por isso as pessoas têm que ser vacinadas. Eu tenho uma netinha de cinco anos e ela teve que tomar por causa do surto.”
LOC.: Já em Teixeira de Freitas, outro município da microrregião de Porto Seguro, no sul do estado, o operador de caixa, Danilo Gomes, de 19 anos, sabia que corria o risco de pegar febre amarela porque mora em uma região de chácaras e fazendas. A casa dele fica no bairro Luís Eduardo Magalhães. Danilo conta que já tomou a vacina este ano.
TEC/SONORA.: Danilo Gomes, operador de caixa
“É importante para se prevenir contra a doença. Porque depois de pegar febre amarela pode ser tarde demais.”
TEC/SONORA.: Ita de Cássia, superintendente de Vigilância e Proteção da Saúde
“Não tem havido desabastecimento. O Ministério da Saúde fez uma programação e está entregando semanalmente as vacinas, e a gente tem feito logo a reposição para as salas de vacina. Municípios que reclamam da falta de vacina, como Salvador, por exemplo, é porque houve uma demanda muito grande nos postos de saúde, mas de pessoas que não tinha indicação para vacinar. Então surge o boato de que está faltando vacina. Mas não é verdade. Vacina para os grupos prioritários não teve falta.”
LOC.: Até agora, a Bahia já registrou dezesseis casos suspeitos de febre amarela. Nove ainda estão em investigação. O Ministério da Saúde explica que os sintomas iniciais da febre amarela incluem febre repentina, calafrios, dor de cabeça, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. Em casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia, que é a coloração amarelada da pele e do branco dos olhos, hemorragia e, eventualmente, alguns órgãos deixam de funcionar normalmente. Para saber mais sobre o assunto, acesse: www.saude.gov.br. Ministério da Saúde, Governo Federal.