Saúde - undefined·26 de fevereiro de 2016

BAHIA: 4 milhões imóveis vão ser vistoriados no combate ao Aedes

<p style="margin: 0px 0px 0.0001pt; color: rgb(34, 34, 34); font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-align: justify; line-height: 19.2px; background-image: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); background-repeat: initial;" class="MsoNormal"><i><span style="line-height: 19.2px; font-family: Arial, sans-serif;">Quase oito mil agentes de endemia j&aacute; est&atilde;o nas ruas para conscientizar a popula&ccedil;&atilde;o</span></i></p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: A Bahia está em guerra contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, chikungunya e do vírus Zika. São quase oito mil agentes de endemia que, junto aos agentes de saúde já estão nas ruas de todo o estado para conscientizar a população sobre a necessidade de combater, identificar e destruir os criadouros do Aedes. A meta é vistoriar todos os 4 milhões de imóveis do estado. O subsecretário da Secretaria de Estado de Saúde da Bahia, Roberto Badaró explicou que uma das dificuldades encontradas na hora da vistoria dos agentes é justamente conseguir a permissão dos moradores para entrar nas casas. Ele lembra que todos os agentes podem ser identificados porque utilizam uniformes e as credenciais de cada município. O subsecretário faz um apelo à população para que recebam os agentes de saúde em suas casas.

SONORA: Roberto Badoró, Subsecretário de Saúde do Acre

“É necessário que toda a população entenda que é impossível para o agente de saúde combater o mosquito do lado de fora da casa da gente. É necessário que o agente de saúde entre, inspecione, veja onde estão os focos do mosquito. A gente imagina sempre que o mosquito está na rua, está no lixo, está na casa do outro. Não, o mosquito está dentro da nossa casa. É necessário que todos, que cada um faça a sua parte para combater o mosquito.”

REPÓRTER: Segundo aSecretaria Estadual de Saúde, Itabuna, Vitória da Conquista e Santa Brígida são as três localidades com mais notificações de casos de dengue no estado. Além disso, Mairi, Uiubaí e Campo Formoso são as três cidades com maiores notificações do Zika, vírus que pode causar a microcefalia em bebês. De acordo com o último relatório do Ministério da Saúde, até agora, 582 casos de microcefalia ainda estão sendo investigados na Bahia. Osagentes comunitários de endemias já visitaram quase 2 milhões de residências em todo o estado. A recomendação do Ministério da Saúde é que cada família reserve 15 minutos por semana para combater o mosquito Aedes. A principal forma de se proteger do Zika e microcefalia, da dengue e chikungunya é impedir que o mosquito nasça. O ministro da Saúde, Marcelo Castro, chama a atenção para a necessidade de uma rotina de combate ao mosquito.

SONORA: Marcelo Castro, Ministro da Saúde

“O que a gente precisa ter a compreensão é a de que é um trabalho que é duradouro, que nós não vamos eliminar o mosquito de uma hora para outra e que é preciso ser uma ação continuada, rotineira, sistemática.”

REPÓRTER: De acordo com o Ministério da Saúde, 70 por cento da população do Aedes aegypti nasce dentro de casa. Por isso, a participação da população é fundamental. Saiba mais na internet, no endereçocombateaedes.saude.gov.br

Reportagem, Bruna Goularte

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