Saúde - undefined·21 de agosto de 2018

BAGÉ (RS): Mãe se recuperou de mastite e nunca desistiu da amamentação

Por Agência do Rádio
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A garçonete Luciana Berdet, de 38 anos, está na segunda maternidade. Antes, a moradora daqui de Bagé, amamentou Laura normalmente com o leite materno por oito meses. Atualmente, a menina está com 18 anos. Mas a dificuldade veio com Helena. Na primeira semana de vida da segunda filha, Luciana teve mastite. Quando as mamas ficam inflamadas devido à pega incorreta do bebê. Mas ela não entrou em desespero. Procurou auxílio das profissionais de saúde do Banco de Leite Humano (BLH) de Bagé.. A inflamação nas mamas passou após as instruções que recebeu. Ela conseguiu amamentar e dar leite no peito para Helena, de um ano e quatro meses, que ainda amamenta no peito da mãe.

“Antes de eu sair da maternidade, o meu seio já estava empedrado, já tinha cortes. E daí, eu conheci o Banco de Leite (Humano). Como eu tinha bastante (leite) eu podia fazer a doação. Não foi difícil a hora que ia dar mamar. Eu tirava um tanto, guardava, e aí depois eu dava mamar para a Helena. Mas foi bem tranquilo. Eu consegui a massagem para poder tirar (leite) e não ficar tão dolorido, né? A rotina da gente muda bastante porque é livre demanda para mamar. A Helena sempre mamou de duas em duas. De noite era de hora em hora. Ela acordava e mamava. Quando era bebê, era a hora que ela queria.”

A enfermeira coordenadora do Banco de Leite Humano (BLH) de Bagé, Fabrícia Gazolla, 33 anos, soube da situação de Luciana e os profissionais da unidade de saúde para orientá-la, durante a semana em que a mãe teve mastite. E ela ainda deixa algumas orientações para todas vocês, mães daqui de Bagé e demais municípios.

“Uma das nossas funcionárias ajudou ela, fez massagem (nos seios) e ela ficou bem agradecida. E o leite materno é um alimento completo até os seis meses de idade. A gente sempre orienta que não precisa passar água ou suco, (o leite) é um aliado que acelera o desenvolvimento, fortalece o sistema imunológico. Possui todas as substâncias nutritivas, né?”

Pois é, mães. Dizem que a informação é muito importante. E é verdade! Mas o apoio de profissionais capacitados é ainda mais. Quando falamos de aleitamento materno, todo cuidado é pouco, certo, mãe? Então, faça como Luciana, e procure ajuda na unidade de saúde mais próxima de casa e não marque bobeira. Porque amamentação é a base da vida.

#EuAmamento

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