REPÓRTER: Uma criança de 11 anos, abrigada no Espaço de Acolhimento Dulce Accioli, retornou ao convívio de sua família após a Jornada de Audiências Concentradas da Vara da Infância e Juventude de Icoaraci. O menino estava no abrigo por negligência e abandono da mãe, mas garantiu o direito de ficar com o pai. A coordenadora do Espaço de Acolhimento, Carla Moraes, comenta o resultado.
SONORA: Coordenadora do Espaço de Acolhimento, Carla Moraes.
“As audiências concentradas vieram ajudar os espaços de acolhimento, porque as crianças e os adolescentes ficavam muito tempo nos espaços esperando as audiências e, agora, com as audiências concentradas, os casos ficaram mais fáceis para serem discutidos, para serem analisados e encaminhados”.
REPÓRTER: Cada audiência reúne profissionais de diversos órgãos do sistema de garantia dos direitos da criança e do adolescente, que discutem as condições de reintegração da criança à sua família de origem ou extensa. Ao total, 18 crianças e adolescentes abrigados em cinco espaços de acolhimento de Belém serão avaliados. O juiz titular da Vara da Infância e Juventude de Icoaraci, João Cláudio von Lohrmann Cruz, destaca a relevância da ação.
SONORA: Juiz titular da Vara da Infância e Juventude de Icoaraci, João Cláudio von Lohrmann Cruz.
“A importância, logicamente, é reavaliar a situação de cada criança e adolescente que se encontra acolhido, para que, se possível, desligar para a família ou resolver de forma, com uma família substituta ou adoção”.
REPÓRTER: A Jornada de Audiências Concentradas da Vara da Infância e Juventude de Icoaraci ocorre até 30 de maio.
Reportagem, Thamyres Nicolau