Brasil - undefined·21 de maio de 2015

ASSISTÊNCIA: Plano de saúde pode pagar multa de até 30 mil reais.

<p><b>REP&Oacute;RTER:&nbsp;</b>A fam&iacute;lia de<b>&nbsp;</b>Kelly Roberta Ferreira, de 4 anos, procurou o N&uacute;cleo de Defesa do Consumidor para pedir apoio contra um plano de sa&uacute;de aqui da regi&atilde;o metropolitana de Bel&eacute;m. A menina sofreu um acidente no dia 9 de abril deste ano, fraturou o bra&ccedil;o esquerdo e foi encaminhada para o hospital, onde foi submetida &agrave; cirurgia para implanta&ccedil;&atilde;o de pinos, por&eacute;m o plano de sa&uacute;de n&atilde;o autorizou a retirada os fios r&iacute;gidos que s&atilde;o utilizados pela ortopedia para estabilizar os ossos durante a cirurgia.&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: A família deKelly Roberta Ferreira, de 4 anos, procurou o Núcleo de Defesa do Consumidor para pedir apoio contra um plano de saúde aqui da região metropolitana de Belém. A menina sofreu um acidente no dia 9 de abril deste ano, fraturou o braço esquerdo e foi encaminhada para o hospital, onde foi submetida à cirurgia para implantação de pinos, porém o plano de saúde não autorizou a retirada os fios rígidos que são utilizados pela ortopedia para estabilizar os ossos durante a cirurgia. De acordo com o defensor público Johhny Giffoni, a empresa tem a obrigação de garantir o direito da criança e também custear o material necessário para realização de cirurgia, além de atendimento médico e ambulatorial enquanto Kelly estiver internada. O hospital tem o prazo de 72 horas para cumprir a decisão, caso contrário, terá que pagar multa de R$ 1 mil, podendo chegar a até R$ 30 mil.
Com informações da Defensoria Pública do Estado do Pará, reportagem Marcela Coelho.

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