TEC/SONORA: Aglaí Tojal, superintendente de Vigilância em Saúde.
“A maioria da população que tem esses reservatórios, pela questão da condição social, não são reservatórios altos, são reservatórios a nível de solo. Essa água não é armazenada adequada, e aí acaba justamente causando a proliferação do mosquito.”
Suzana Oliveira tem 32 anos, é moradora do bairro Zélia Barbosa e trabalha como recepcionista em um hotel no centro da cidade. Ela revela que, em 2015, foi infectada por Dengue. Além dela, a mãe a irmã também tiveram a doença em um período próximo. Ela conta que os impactos dos sintomas foram tão fortes que ficou afastada do trabalho por uma semana. Suzana detalha o que sentiu enquanto estava infectada.
TEC/SONORA: Suzana Oliveira, recepcionista.
“Eu senti muita dor no corpo. Muita mesmo. Doía tudo. Sentia dor nos olhos, as pernas, os braços. Também tive febre. Meu corpo ficou cheio de pintinhas bem vermelhas e dor de cabeça também.”