Brasil - undefined·03 de janeiro de 2018

Após determinação da ministra Cármen Lúcia, comitiva inspeciona presídio em Goiás

<p>Membros do Tribunal de Justi&ccedil;a, do Minist&eacute;rio P&uacute;blico e da Defensoria P&uacute;blica de Goi&aacute;s foram ao local para avaliar condi&ccedil;&otilde;es do complexo prisional</p>

Por Agência do Rádio
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Dois dias após a rebelião que deixou nove mortos e 14 feridos, o Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia passou por inspeção nesta quarta-feira (3). Membros do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), do Ministério Público e da Defensoria Pública de Goiás foram ao local para avaliar as condições das instalações danificadas durante o tumulto.

Os integrantes da comitiva conversaram com presos e diretores da unidade para tentar entender os motivos do confronto entre presos, além de verificar as condições de cumprimento das penas e de trabalho dos detentos e agentes penitenciários. A vistoria no local foi determinada nessa terça-feira pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Cármen Lúcia, que concedeu 48 horas de prazo para o TJ de Goiás enviar ao CNJ um relatório sobre as condições do complexo prisional.

Segundo o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Roberto Serra da Silva Maia, o clima na unidade prisional continua tenso. Para o defensor público, o Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia foi improvisado para alojar, “em condições precárias”, os presos do regime semiaberto e não tem a mínima condição de abrigar detentos em regime fechado.

Reportagem, Tácido Rodrigues
 

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