TEC/SONORA: Glaucilene Lopes, gestora do Programa de Tuberculose de Ananindeua.
“É importante que o profissional da saúde, o enfermeiro, o psicólogo, chame essa família e converse e explique a situação e faça com que a família venha ajudar neste processo. A partir do momento que você tem a família ajudando, você se sente mais forte. Isso para qualquer doença, qualquer agravo.”
TEC/SONORA: Celene Mendes, assistente social.
“O primeiro passo é explicar para ele com detalhe todo esse processo do tratamento. Isso é muito importante para o profissional que atende, seja o ACS (assistente social), enfermeiro, médico e deixar bem claro para o paciente: Você vai se sentir bem, você vai ficar bem, mas não estará curado. Porque a medicação fecha esse ciclo. Se você não completar o ciclo, o bacilo ainda estará lá.”