Brasil - undefined·12 de março de 2018

ANANINDEUA: Centro Judiciário de Soluções de Conflitos e Cidadania planeja constelação familiar

<p>O Centro Judici&aacute;rio de Solu&ccedil;&otilde;es de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) da Escola Superior Madre Celeste realizou mutir&atilde;o de vinte e nove processos, encaminhados pela Vara de Fam&iacute;lia de Ananindeua, no N&uacute;cleo de Media&ccedil;&atilde;o Familiar, do F&oacute;rum de Ananindeua.</p>

Por Agência do Rádio
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LOC: O Centro Judiciário de Soluções de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) da Escola Superior Madre Celeste realizou mutirão de vinte e nove processos, encaminhados pela Vara de Família de Ananindeua, no Núcleo de Mediação Familiar, do Fórum de Ananindeua. A ação foi coordenada pelo juiz Carlos de Melo Queiroz, na última sexta-feira, 9. Ele disse que próxima medida a ser implementada, como resolução de conflitos, será a constelação familiar.

SONORA: Carlos de Melo Queiroz, coordenador Cejusc Esmac.
“Por enquanto, o Cejusc trabalha com sessões de conciliação e mediação, mas já estamos conversando com o pessoal da constelação familiar, é um próximo passo. Já estamos tabulando algumas tratativas a respeito de algumas oficinas preliminares que nós vamos fazer e depois conseguir casar a agenda do Cejusc com o pessoal da constelação.”  
LOC: A mediação e a conciliação são métodos diferentes, mas que tem o mesmo objetivo. Eles sçao meios de solucionar os conflitos entre as partes através do diálogo e também de promover a celeridade processual. As audiências envolvem diversos conflitos familiares como pensão alimentícia, guarda de filhos e divisão de bens. A mediadora Cristina Machado explicou sobre o papel da mediação.
SONORA: Cristina Machado, mediadora.
“A mediação busca facilitar a comunicação entre as pessoas envolvidas no processo, é um momento onde as pessoas são chamadas pra dialogar sobre a situação que os trouxe ao judiciário. Então, é uma oportunidade onde as pessoas falam e o mediador facilita esse processo de comunicação, onde as pessoas entendam o que está acontecendo e busquem formas de resolver a situação que está colocada, ou seja, elas independem do juiz para decidir e pode propor um acordo que atenda o interesse deles.”
LOC: De acordo com a coordenadoria do Cejusc Esmac, no ano de 2017, a média de processos que obtiveram conciliação é de aproximadamente 70% de um total de seiscentos casos atendidos. Para o ano de 2018, a coordenação espera atender a mil casos processuais de conflitos familiares.

Reportagem, Samyra Mercês

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