TEC./SONORA: Bernardino Albuquerque, diretor-presidente da Fundação de Vigilância em Saúde
“Nós vamos continuar fazendo nosso papel de coordenadores do controle vetorial junto aos municípios. No que desrespeito a como gastar, a orientação que se tem dado é que é exatamente que use esse recurso nas necessidades e nas prioridades em ações específicas no controle da Dengue. Seja ela no controle vetorial, ou seja, ela em outras ações. Como a questão da educação em saúde, a mobilização populacional.”
TEC./SONORA: Bernardino Albuquerque, diretor-presidente da Fundação de Vigilância em Saúde
“O estado do Amazonas já há alguns anos trabalha com essa ferramenta. Nós fazemos a programação para três LIRAas anuais. E, consequentemente, um desses LIRAas vai ser realizado, agora, nesse período de maior concentração de mosquito em função do maior período de chuva. E posteriormente, um LIIRAa de avaliação antes de junho. Então, é uma ferramenta importante, os municípios têm respondido positivamente na realização do levantamento. Eu acredito que isso não será problema para a liberação da segunda parcela.”