Brasil - undefined·07 de março de 2018

AMAPÁ: Superintendente do Ibama é alvo de operação conjunta

<p>No fim de 2017, o superintendente foi denunciado pelo MPF &agrave; Justi&ccedil;a Federal por peculato, associa&ccedil;&atilde;o criminosa e falsidade ideol&oacute;gica.</p>

Por Agência do Rádio
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O Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF), em atuação conjunta, deflagraram a Operação "Falsum Virtual" que apura a ocorrência de ilícitos cometidos pelo superintendente do Ibama no Amapá. Nesta terça-feira, 6, mandados de busca e apreensão foram cumpridos na casa do servidor e na sede do órgão, em Macapá. Segundo investigações conduzidas pelo MPF, em parceria com a PF, indicam que o superintendente inseria dados fictícios no sistema Documento de Origem Florestal (DOF) com o propósito de beneficiar empresa madeireira também investigada. O DOF, que contém informações sobre a procedência de produtos florestais, consiste em uma licença obrigatória para transporte e armazenamento de produtos de origem nativa. No cargo de superintendente, o investigado atuava para "minar a cooperação" existente entre MPF e Ibama com o objetivo de impedir o andamento de investigações. A pedido do MPF, a Justiça Federal autorizou o afastamento do servidor do cargo de superintendente do Ibama, bem como a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico. Ele também está proibido de entrar na sede do órgão. As investigações seguem sob sigilo. A prática de outras condutas ilícitas também está sendo apurada. No fim de 2017, o superintendente foi denunciado pelo MPF à Justiça Federal por peculato, associação criminosa e falsidade ideológica, em investigação que apurava o recebimento indevido de diárias. Em seguida, representantes da Câmara de Meio Ambiente do MPF no Amapá e na Procuradoria-Geral da República recomendaram ao ministro do Meio Ambiente a exoneração do servidor por considerar sua conduta incompatível com a permanência no cargo.

 
Com informações do MPF, reportagem, Storni Jr. 
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