A hipertensão arterial é uma das doenças crônicas não transmissíveis que mais afetam os brasileiros, segundo pesquisa do Ministério da Saúde. Em Aracaju, 26% da população têm diagnóstico médico da doença: atinge 27% de mulheres e 24% são homens.
Por ser um problema de saúde pública cada vez mais presente, o professor da Oficina Tecnológica do SESI de Sergipe, Willian Douglas de Oliveira, colocou em prática, com os alunos, um projeto que envolveu física, biologia e matemática. Eles criaram um aplicativo que disponibiliza informações sobre a hipertensão arterial e ajuda na prevenção da doença, que é feita por meio da prática de atividade física regular e uma alimentação saudável.
O projeto foi destaque no 2º Encontro Nacional do Sistema Estruturado de Ensino da Rede SESI. No total, 20 projetos foram homenageados por serem consideradas as melhores práticas pedagógicas de 2017 da rede SESI. Willian afirma que a valorização dos professores é fundamental para a manutenção do ensino de qualidade.
“Isso é gratificante porque a gente conota como um reconhecimento do trabalho. Só nos motiva a pensar o ensino e a educação não limitados a quatro paredes na sala de aula.”
O aplicativo desenvolvido pelos alunos recebeu o nome de Hipertensão Arterial e está disponível para download. Além das informações sobre a doença, a ferramenta tem um conversor de unidades de medida de pressão e possibilita fazer o cálculo do índice de massa corporal.
Reportagem, Aline Dias