“Fora as ações de vistas, de combate, de eliminação de focos, nós também fazemos um trabalho nas escolas, nas entidades de classe, com visitação, com palestras. Fizemos também, agora, no ano de 2016 um trabalho onde através da aquisição de duas bombas atomizadoras nós fizemos a pulverização de inseticida em toda a cidade. Isso nos ajudou muito a diminuir o número de mosquitos alados que estavam atormentando a nossa população.”
LOC: Os cuidados tomados pelo poder público visam evitar que casos como o da enfermeira Thais Albuquerque, de 37 anos, não voltem a acontecer. Moradora do bairro Manoel Raimundo, Thais teve Chikungunya em abril e até hoje sofre com as sequelas da doença.
TEC/SONORA: Thais Albuquerque, 37 anos, bairro Manuel Raimundo, Funcionaria pública
“Eu fui dormir bem, mas na madrugada eu já acordei com dificuldades. Muita dor nas articulações, meio febril, dor nos olhos. E aí, foi uma semana que eu não consegui trabalhar. A minha boca ficou cheia de afta, nem água eu conseguia tomar. E depois foi melhorando alguns sintomas, mas a questão da dor demorou muito. Eu tive (a doença) no mês de abril, mas até hoje eu sinto dor nos pés.”
LOC: Neste ano, em Alagoa Grande, somente a Chikungunya teve mais de 970 notificações. Quem pega Chikungunya, Dengue ou Zika pode ficar vários dias na cama, sem poder se levantar. Saiba mais sobre Dengue, Chikungunya e Zika no site do Ministério da Saúde. O endereço é: saude.gov.br/combateadedes.