O município de Água Branca só apresentou duas notificações de Chikungunya, em 2017. Com relação à Dengue e Zika, não houve confirmações de casos. Por a região sofrer com a falta de água, as caixas d’água e outros reservatórios acabam ficando mal vedados, podendo aumentar a incidência do mosquito na região. A técnica da Vigilância Epidemiológica, Elvira Batista, comenta que hoje a situação está mais controlada, porém, o maior problema é o de se descuidar. Elvira também diz que não é pelo fato de que os casos reduziram que o mosquito vai parar de acometer pessoas da região. Ela comenta que a população deve ser parceira do governo e preste mais atenção.
“O que eu peço para a população é para ter mais atenção com relação à higiene. Não deixar os reservatórios com água parada por muito tempo, sempre estar lavando as caixas d’água, os reservatórios, que é para não se espalhar.”
A técnica também foi acometida pela Chikungunya. Virou personagem das próprias doenças que ajuda a combater. Em 2015, ela foi infectada e os primeiros sintomas que sentiu foram dores nas articulações e febres altas,umas das características iniciais da doença. Após se curar, Elvira relata que ainda sente alguns sintomas de quando estava doente, como, por exemplo, as dores. Ela comenta não consegue andar de moto, o seu meio de locomoção, quando foi acometida pela Chikungunya.
“Nossa. É muito ruim, é muita dor que você sente, nossa, é ruim demais. Eu não conseguia. Eu trabalhava, eu fiquei quatro meses sem poder pilotar, quando eu vou para o hospital, pra poder trabalhar, eu não conseguia, assim, botar uma roupa, não conseguia lavar roupa, não conseguia fazer nada.”
Faça parte dessa luta não deixe que o mosquito se prolifere. Verifique acúmulos de água em pneus, latas, vidros, garrafas, vasos de flores, caixas d’água, tampinhas de garrafas, entre outros. Participe também é lembre-se de que um mosquito pode prejudicar uma vida e o combate começa por você. Para mais informações sobre o assunto, acesse: saude.gov.br/combateaedes.
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