Brasil - undefined·23 de junho de 2015

ADOÇÃO: Paraense adotado há 23 anos por franceses visita o Pará

<p><b>REP&Oacute;RTER:</b>&nbsp;O jovem paraense Benjamin Boutet foi adotado por um casal de franceses quando tinha apenas dois meses de vida. Abandonado pela m&atilde;e biol&oacute;gica, a crian&ccedil;a encontrou os pais adotivos por meio do contato da ent&atilde;o ju&iacute;za Eliana Abufaiad com a advogada Jaqueline Magaieski. Benjamin que vai completar 23 anos em agosto deste ano visitou a Comiss&atilde;o Estadual Judici&aacute;ria de Ado&ccedil;&atilde;o Internacional, o CEJAI, e por meio da advogada agradeceu e pediu que a comiss&atilde;o continuasse ajudando na ado&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as.</p>

Por Agência do Rádio
Ouvir ·

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

REPÓRTER: O jovem paraense Benjamin Boutet foi adotado por um casal de franceses quando tinha apenas dois meses de vida. Abandonado pela mãe biológica, a criança encontrou os pais adotivos por meio do contato da então juíza Eliana Abufaiad com a advogada Jaqueline Magaieski. Benjamin que vai completar 23 anos em agosto deste ano visitou a Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional, o CEJAI, e por meio da advogada agradeceu e pediu que a comissão continuasse ajudando na adoção de crianças.
SONORA: Advogada Jaqueline Magaieski
“O Benjamin ao falar ele diz o seguinte, que eles continuem ajudando o favorecimento das adoções, principalmente de crianças menores, criança bebe, que vá aproveitar uma família como ele aproveitou. Porque muitas vezes o amor é cortado do coração dessa criança, entendeu, quando a criança é muito tempo abrigada ela passa a não confiar mais no amor, então no momento que ela é adotada isso prejudica o relacionamento dela com os futuros pais e se é adotado bebe aprende a amar, aprende a compartir, a criança aprende a conviver em família.”  
REPÓRTER: O jovem veio ao Brasil porque queria conhecer o lugar onde nasceu e a mãe biológica. Durante a visita, a desembargadora Diracy Nunes e os demais membros do Cejai receberam a família de Benjamin com muita satisfação e ressaltaram que ele não esqueceu as origens do País dele.
SONORA: Desa. Diracy Nunes
“Eu estou muito feliz, de ver que, principalmente, ver que ele está satisfeito, ele cresceu no amor desses pais, sem, no entanto esquecer as origens”. A adoção não interessa que seja nacional ou internacional, ela é um reconhecimento de um direito fundamental da criança de ter uma família, de crescer naquele ambiente familiar, de proteção, de cuidado, de amor, de afeto e principalmente é uma forma da gente resgatar esse direito desta criança.”
REPÓRTER: A Cejai tem a competência de analisar os pedidos de habilitação de pessoas estrangeiras, residentes e domiciliadas fora do País, interessadas na adoção de crianças e adolescentes brasileiros, como foi o caso dos franceses Michel e Catherine Boutet na adoção de Benjamin. Atualmente, o jovem vive no interior da França com os seus pais e luta boxe.
Reportagem Marcela Coelho.
SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page