Com esse levantamento os governos municipais, estaduais e federais têm condições de acompanhar o número de pessoas infectadas e assim implementar ações de combate de acordo com o quadro de infestação desses locais, conforme explica a Chefe de Vigilância Epidemiológica do Estado do Acre, Eliane Costa:
TEC./SONORA: Eliane Costa, Chefe de Vigilância Epidemiológica do Estado do Acre
“O planejamento e as ações são feitas através de um plano de ação a ser executado por cada município e ao final do mês de junho, dia 30 de junho, os municípios precisam apresentar os seus dados de Levantamento de Índice Rápido de Endemias que é o monitoramento da população vetorial e, em cima desses dados, será cobrada a segunda parcela. O município que não apresentar esses dados não receberá. Então, é uma condição para que o repasse da segunda parcela seja recebida é a apresentação do levantamento de índice rápido conforme o planejamento de cada município.“
TEC./SONORA: Eliane Costa, Chefe de Vigilância Epidemiológica do Estado do Acre
“A necessidade de cada município, isso cada um vai elencar. Há uma abertura sim, o recurso tanto pode ser utilizado para recursos humanos, aquisição de equipamentos, tudo o que o município entender seja necessário para o enfrentamento ele pode utilizar o recurso.”