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LOC.: Parlamentares defenderam, em evento organizado pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, a CACB, e pelo Sebrae, a aprovação, ainda em 2025, do projeto de lei que trata da atualização da tabela do Simples Nacional.
Segundo o presidente da Frente de Comércio e Serviços na Câmara, Domingos Sávio, do PL mineiro, a aprovação da proposta ainda este ano pode fazer com que as medidas entrem em vigor em 2026.
Para Sávio, o reajuste vai estimular a economia dos municípios brasileiros sem comprometer o equilíbrio fiscal.
TEC./SONORA: Deputado federal Domingos Sávio (PL-MG)
“Os municípios vão ganhar com isso, vão surgir novas e pequenas micro empresas. E com certeza não vai haver queda de arrecadação, vai haver aquecimento da economia”
LOC.: A CACB faz parte do movimento pelo reajuste do Simples Nacional, propondo uma correção de OITENTA E TRÊS POR CENTO na tabela. A entidade argumenta que esta correção beneficiará cerca de VINTE E TRÊS MILHÕES de MEIs, microempresas e empresas de pequeno porte no Brasil.
O presidente da CACB, Alfredo Cotait Neto, pediu o apoio de deputados e senadores para aprovar o reajuste.
TEC./SONORA: presidente da CACB, Alfredo Cotait Neto
“Nessa luta do associativismo e daqueles que realmente estão hoje necessitando e precisam do apoio de todos nós – não só responsáveis pelas entidades, parlamentares, governo, porque eles [micro e pequenas empresas] estão desassistidos, gente.”
LOC.: Também presente ao evento, o deputado Helder Salomão, do PT capixaba, mencionou que algumas pautas em debate no Congresso devem estar acima das ideologias políticas e defendeu a urgência do reajuste.
TEC./SONORA: Deputado federal Helder Salomão (PT-ES)
“O desafio que se coloca como urgente é de fato a correção do teto do Simples, que já está congelado há muitos anos. Já não dá mais para nós termos um teto de R$81 mil de faturamento depois de tantos anos e com tantos ganhos em relação à nossa economia.”
LOC.: De autoria do senador Jayme Campos, o projeto de lei 108 de 2021 – já aprovado pelo Senado – propõe a atualização dos limites de faturamento do Simples Nacional com base no Índice de Preços ao Consumidor Amplo, corrigindo valores defasados há mais de sete anos.
Para o MEI, por exemplo, o projeto propõe o reajuste do teto anual de OITENTA E UM MIL REAIS para CENTO E QUARENTA E QUATRO MIL E NOVECENTOS REAIS.
Reportagem, Bianca Mingote