Inflação - Foto: Marcello Casal/Agência Brasil
Inflação - Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

Prévia da inflação sobe 0,44% em maio, aponta IBGE

Alta foi puxada pelo encarecimento da conta de luz e dos produtos de saúde e cuidados pessoais


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) teve alta de 0,44%. O indicador é conhecido como prévia da inflação e ficou abaixo da taxa em abril, de 0,60%, com acumulado de 3,27% no ano. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo levantamento, nos últimos 12 meses, a variação está em 7,27% - índice maior que os 6,17% registrados nos 12 meses anteriores.

O maior responsável pelo aumento na prévia da inflação em maio foi o grupo de saúde e cuidados pessoais, cujos preços subiram 1,23%. A alta foi influenciada pelo reajuste de 10,08% nos medicamentos.

Já o maior impacto individualmente veio da alta na energia elétrica, que encareceu 2,31%. Com isso, o grupo habitação teve aumento de 0,79%. O IBGE destaca que, em maio, passou a vigorar a bandeira tarifária vermelha patamar 1, na qual acrescenta-se R$4,169 na tarifa de luz a cada 100 quilowatts-hora consumidos. Além disso, os reajustes nas contas de energia elétrica de Fortaleza (8,27%), Salvador (5,83%) e Recife (5,4%), também contribuíram com a alta.

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O único grupo que teve deflação em maio foi o de transportes, com queda de 0,23% nos preços, influenciado pelas reduções de 28,85% no preço das passagens aéreas, de 9,11% nos transportes de aplicativo e de 3,18% no seguro voluntário de veículo.

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LOC.: O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 teve alta de 0,44%. O indicador é conhecido como prévia da inflação e ficou abaixo da taxa em abril, de 0,6%, com acumulado de 3,27% no ano. Segundo o IBGE, responsável pelo levantamento, nos últimos 12 meses, a variação está em 7,27% - índice maior que os 6,17% registrados nos 12 meses anteriores.

O maior responsável pelo aumento na prévia da inflação em maio foi o grupo de saúde e cuidados pessoais, cujos preços subiram 1,23%. A alta foi influenciada pelo reajuste de 10,08% nos medicamentos.

Já o maior impacto individualmente veio da alta na energia elétrica, que encareceu 2,31%. Com isso, o grupo de habitação teve aumento de 0,79%.

Reportagem, Paloma Custódio