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LOC.: Mais de SEISCENTOS municípios brasileiros estão em situação crítica e podem perder recursos destinados a obras da saúde pelo Novo Programa de Aceleração do Crescimento, o Novo PAC.
O alerta foi feito pela Confederação Nacional de Municípios, a CNM. Segundo a entidade, cerca de UM BILHÃO E SETECENTOS MILHÕES DE REAIS em propostas estão em risco de cancelamento caso as prefeituras não regularizem pendências dentro do prazo, que vai até o dia 25 de março.
Entre as obras ameaçadas, estão Unidades Básicas de Saúde, as UBS, e também Centros de Atenção Psicossocial, os CAPS, fundamentais para o atendimento à população.
De acordo com a CNM, não basta que o município tenha sido selecionado para receber os recursos. É necessário cumprir uma série de etapas legais para que as obras possam, de fato, sair do papel.
Entre as exigências, estão o início do processo de licitação, a assinatura de contrato e a emissão da ordem de serviço. Além disso, todas as informações precisam ser registradas corretamente no Sistema de Monitoramento de Obras da Saúde, o Sismob.
A orientação é que os gestores municipais verifiquem com urgência a situação de cada proposta dentro do sistema. Dados como a data de início da licitação devem ser preenchidos e documentos, como o aviso de licitação, precisam ser anexados na plataforma.
Caso essas etapas não sejam cumpridas dentro do prazo, os projetos poderão ser cancelados, resultando na perda dos recursos.
Reportagem, Marquezan Araújo