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LOC.: Levantamento divulgado nesta segunda-feira, dia 15, pela Confederação Nacional de Municípios, a CNM, revela que NOVENTA E QUATRO VÍRGULA SETE POR CENTO das prefeituras brasileiras consideram que o adicional de UM POR CENTO do Fundo de Participação dos Municípios, o FPM, foi decisivo para o pagamento do DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO.
Ainda de acordo com o estudo, somente TRÊS VÍRGULA OITO POR CENTO dos gestores municipais indicaram que o repasse não contribuiu para essa finalidade. Além disso, NOVENTA E OITO POR CENTO dos entes locais estão com o pagamento da folha salarial em dia, incluindo a de dezembro.
A CNM também lembra que o ano de 2025 foi marcado por desafios fiscais e de governança. Para mais de OITENTA POR CENTO dos gestores, o principal entrave foi a crise financeira e a escassez de recursos.
Além disso, quase SETENTA POR CENTO dos municípios apontaram a instabilidade política e econômica como um dos principais problemas do período. Em seguida, aparecem os desafios na gestão da saúde, mencionados por cerca de SESSENTA E TRÊS POR CENTO dos gestores, e os reajustes salariais concedidos ao longo de 2025, citados por pouco mais de SESSENTA E DOIS POR CENTO.
Para 2026, o estudo indica que as expectativas em relação ao desempenho da economia estão divididas. Cerca de QUARENTA E QUATRO POR CENTO dos gestores municipais acreditam que o cenário econômico será bom ou muito bom, enquanto aproximadamente TRINTA E CINCO POR CENTO demonstram pessimismo.
O levantamento também destaca que mais de VINTE E OITO POR CENTO das prefeituras relataram atraso no pagamento de fornecedores. Por outro lado, cerca de SESSENTA E OITO POR CENTO afirmaram estar com os pagamentos em dia.
O primeiro decêndio de dezembro do FPM contou com um valor adicional de SETE BILHÕES E SEISCENTOS MILHÕES DE REIAS, que se somou aos SEIS BILHÕES E TREZENTOS MILHÕES já previstos para essa parcela do mês.
O acréscimo atende ao que determina a Emenda Constitucional 55/2007, segundo a qual UM POR CENTO do total arrecadado com os componentes do FPM entre dezembro do ano anterior e novembro do ano em curso deve ser transferido aos municípios juntamente com o primeiro repasse de dezembro.
Reportagem, Marquezan Araújo