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LOC.: Estudantes brasileiros de 9 a 18 anos vão representar o Brasil no FIRST Championship, a principal competição mundial de robótica, que acontece entre 29 de abril e 2 de maio, em Houston, nos Estados Unidos. A delegação brasileira é liderada pelo SESI, o operador oficial dos torneios da FIRST no país.
Ao todo, 17 equipes representarão escolas do SESI, além de instituições públicas e privadas, de nove estados: São Paulo, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Sergipe, Espírito Santo e Santa Catarina, além do Distrito Federal.
O coordenador da categoria iniciante pelo SESI, Marcos de Sousa, afirma que, no passado, apenas estudantes de poucas regiões, predominantemente, conseguiam avançar até a etapa mundial. Segundo ele, a nova metodologia aplicada pelo SESI no treinamento e no regramento das equipes tornou o programa mais homogêneo em todo o país.
TEC./SONORA: Marcos de Sousa, coordenador da categoria FLLC pelo SESI
“Com a maturidade da operação no programa, chegando a lugares que antes eram um pouco difíceis, o SESI faz, de fato, um trabalho de forma hegemônica, que chega nas pontas onde precisa chegar. E com isso, temos esses resultados dos estudantes brilhando Brasil afora.”
LOC.: Sousa também destaca que a conquista dos títulos nacionais e a participação no torneio mundial impactam diretamente na trajetória de todos os envolvidos no projeto.
TEC./SONORA: Marcos de Sousa, coordenador da categoria FLLC pelo SESI
“Não estamos falando só do estudante, que de fato é o mais impactado, mas também dos professores, de toda a comunidade escolar e da família também. Todos são impactados de uma forma positiva, porque aquele jovem descobre o que há lá fora, analisa, conhece pessoas, entende estratégias de outras equipes, se desafia a falar, interpretar e raciocinar em outro idioma.”
LOC.: A maior parte da delegação brasileira, 9 equipes, compete na categoria mais avançada do torneio, com robôs industriais de até um metro e meio de altura, além do desenvolvimento de projetos sociais que promovem o acesso à robótica em comunidades brasileiras.
Outros times participam em categorias com diferentes níveis tecnológicos: três equipes competem com robôs de LEGO e cinco disputam a categoria intermediária, com robôs de porte médio.
Reportagem, Paloma Custódio