Foto: Reprodução/Basa
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Diversidade: programa do Banco da Amazônia visa tornar empresa inclusiva em 5 anos

A iniciativa começou em 2021, a partir de reuniões de um grupo de mulheres executivas do Basa, que passou a debater sobre diversidade e inclusão


Criado para valorizar a diversidade e o respeito às diferenças, o programa “O Despertar”, instituído pelo Banco da Amazônia (Basa), visa transformar a instituição financeira em uma empresa inclusiva em 5 anos. A iniciativa começou em 2021, a partir de reuniões de um grupo de mulheres executivas do Basa, que passou a debater sobre diversidade e inclusão.

Segundo o coordenador de Qualidade de Vida e Endomarketing do Banco da Amazônia, Pablo Nahmias, o trabalho deve ser desenvolvido a partir do engajamento dos colaboradores do banco, com o incentivo de grupos diversos a ocupar lugares estratégicos na companhia. 

“Esse programa de valorização e inclusão tem como principal objetivo disseminar princípios e práticas de valorização às diferenças de gênero, de raça, às relacionadas à pessoa com deficiência, relações homoafetivas. Também  que se refere à aceitação e reconhecimento das outras pessoas, combate ao preconceito, à discriminação no ambiente de trabalho, além do trato com nossos clientes”, destaca. 

Para que o resultado seja alcançado, o Basa definiu alguns objetivos específicos. Confira: 

  • Ampliar a disseminação de princípios e práticas de valorização da diversidade na empresa; 
  • Aumentar a sensibilização dos empregados quanto à necessidade de promoção da equidade e igualdade de oportunidades para todas as pessoas; 
  • Promover o respeito às diferenças; 
  • Motivar e engajar o quadro funcional para o encarreiramento, incentivando os empregados que compõe os grupos diversos a ocuparem posições estratégicas; 
  • Inspirar e incentivar as mulheres para que possam melhorar sua autoestima e favorecer o crescimento pessoal e profissional. 

Durante a execução do projeto, o Basa disponibilizou uma pesquisa para todos os trabalhadores da empresa, a fim de conhecer o entendimento dos empregados acerca de temas como diversidade; encarreiramento feminino; violência e assédio na empresa; e gênero. 

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Um dos questionamentos procurou saber, por exemplo, sobre a percepção dos trabalhadores em relação às ações de diversidade desenvolvidas pelo banco.  O levantamento obteve 49% de respondentes do quadro funcional ativo do Basa. 
 

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LOC.: O programa “O Despertar” foi criado para valorizar a diversidade e o respeito às diferenças. Instituído pelo Banco da Amazônia, o Basa, o projeto pretende transformar a instituição financeira em uma empresa inclusiva em 5 anos. A iniciativa começou em 2021, a partir de reuniões de um grupo de mulheres executivas do Basa, que passou a debater sobre diversidade e inclusão.

Segundo o coordenador de Qualidade de Vida e Endomarketing do banco, Pablo Nahmias, o trabalho deve ser desenvolvido a partir do engajamento dos colaboradores da instituição, com o incentivo de grupos diversos a ocupar lugares estratégicos na companhia. 
 

TEC./SONORA: Pablo Nahmias, coordenador de Qualidade de vida e Endomarketing do Basa

“Esse programa de valorização e inclusão tem como principal objetivo disseminar princípios e práticas de valorização às diferenças de gênero, de raça, às relacionadas à pessoa com deficiência, relações homoafetivas. Também, no que se refere a aceitação e reconhecimento das outras pessoas, combate ao preconceito, à discriminação no ambiente de trabalho, além do trato com nossos clientes.” 
 


LOC.: Para que o resultado seja alcançado, o Basa definiu alguns objetivos específicos. Entre eles estão ampliar a disseminação de princípios e práticas de valorização da diversidade na empresa; aumentar a sensibilização dos empregados quanto à necessidade de promoção da equidade e igualdade de oportunidades para todas as pessoas; e promover o respeito às diferenças. 

Durante a execução do projeto, o Basa disponibilizou uma pesquisa para todos os trabalhadores da empresa, a fim de conhecer o entendimento dos empregados acerca de temas como diversidade, violência e assédio na empresa, e gênero. 

Reportagem, Marquezan Araújo