Foto: Ministério da Saúde
Foto: Ministério da Saúde

CPI da Pandemia ouvirá sócio da Precisa Medicamentos sobre compra da Covaxin

Senadores apuram irregularidades na aquisição do imunizante, que apresentou preço quatro vezes mais caro do que outras vacinas


Nesta quarta-feira (23), a partir das 9h, a CPI da Pandemia vai ouvir o empresário Francisco Emerson Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos. O depoente deve esclarecer se houve algum tipo de irregularidade no processo de compra da vacina indiana Covaxin pelo Brasil.

O requerimento para convocação do empresário foi de autoria do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), que afirmou ser necessário apurar um eventual beneficiamento ilícito nas tratativas entre a Precisa Medicamentos e o Ministério da Saúde para aquisição da Covaxin. Esse contrato foi o único realizado pelo Brasil que contou com a intermediação de uma empresa. Na linha de investigação da CPI, também é destacado que a aquisição do imunizante apresentou um preço quatro vezes maior do que as vacinas que já estavam em tratativas no País.

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Os senadores também buscam esclarecer se houve alguma pressão para que a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizasse o uso da Covaxin no Brasil, já que a compra e inclusão do imunizante no Plano Nacional de Imunização (PNI) foram realizadas antes mesmo da sua aprovação pela agência.

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LOC.: Nesta quarta-feira (23), a partir das 9h, a CPI da Pandemia vai ouvir o empresário Francisco Emerson Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos. O depoente deve esclarecer se houve algum tipo de irregularidade no processo de compra da vacina indiana Covaxin pelo Brasil.

O requerimento para convocação do empresário foi de autoria do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), que afirmou ser necessário apurar um eventual beneficiamento ilícito nas tratativas entre a Precisa Medicamentos e o Ministério da Saúde para aquisição da Covaxin. Esse contrato foi o único realizado pelo Brasil que contou com a intermediação de uma empresa. Na linha de investigação da CPI, também é destacado que a aquisição do imunizante apresentou um preço quatro vezes maior do que as vacinas que já estavam em tratativas no País.

Os senadores também buscam esclarecer se houve alguma pressão para que a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizasse o uso da Covaxin no Brasil, já que a compra e inclusão do imunizante no Plano Nacional de Imunização (PNI) foram realizadas antes mesmo da sua aprovação pela agência.

Reportagem, Poliana Fontenele