Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Confiança de serviços cai em setembro

A confiança de serviços recua pela segunda vez consecutiva


O Índice de Confiança de Serviços (ICS) caiu 0,5 ponto em setembro, para 97,0 pontos. 

Esta é a segunda queda consecutiva. Porém, em médias móveis trimestrais, o índice se mantém em estabilidade. 

Segundo especialistas da Fundação Getúlio Vargas, a FGV, o resultado desse mês pode ser compreendido como uma acomodação do setor, depois de uma trajetória de cinco altas consecutivas observadas. 

Porém, há desafios para os próximos meses pois o setor apresenta resiliência com relação às suas expectativas. 

Em setembro, a retração do ICS foi influenciada exclusivamente pela piora das perspectivas em relação aos próximos meses: o Índice de Expectativas (IE-S) caiu 1,6 ponto, para 94,7 pontos. 

Todos os indicadores que compõem este indicador caíram, como a demanda prevista e a tendência de negócios para os próximos três meses. 

Já o componente de situação atual avançou, influenciado pela alta do indicador de situação atual de negócios e estabilidade do volume de demanda atual. 

Pode-se dizer que apesar das quedas consecutivas, o fim do terceiro trimestre reforça a recuperação na confiança dos empresários do setor de serviços.

As informações são do Instituto Brasileiro de Economia, IBRE FGV. 
 

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LOC.: O Índice de Confiança de Serviços (ICS) caiu 0,5 ponto em setembro.

Esta é a segunda queda consecutiva,. Porém, em médias móveis trimestrais, o índice se mantém em estabilidade. 

Segundo especialistas da Fundação Getúlio Vargas, a FGV, o resultado desse mês pode ser compreendido como uma acomodação do setor, depois de uma trajetória de cinco altas consecutivas observadas. 

Porém, há desafios para os próximos meses pois o setor apresenta resiliência com relação às suas expectativas. 

Em setembro, a retração do ICS foi influenciada exclusivamente pela piora das perspectivas em relação aos próximos meses: o Índice de Expectativas (IE-S) caiu 1,6 ponto, para 94,7 pontos. 

Todos os indicadores que compõem este indicador caíram, como a demanda prevista e a tendência de negócios para os próximos três meses. 

Já o componente de situação atual avançou, influenciado pela alta do indicador de situação atual de negócios e estabilidade do volume de demanda atual. 

Pode-se dizer que apesar das quedas consecutivas, o fim do terceiro trimestre reforça a recuperação na confiança dos empresários do setor de serviços.

As informações são do Instituto Brasileiro de Economia, IBRE FGV. 

Reportagem, Luigi Mauri, narração, Sophia Stein.