Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência registram superávit em abril de R$ 15,6 bilhões

Este resultado é considerado bom, porém menor do que o mesmo período no ano passado


Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência registram superávit em abril de R$ 15,6 bilhões.

Ainda que este resultado possa ser considerado positivo para a economia e indique sustentabilidade da dívida, ele é mais baixo que o valor registrado há um ano, de R$ 28,9 bilhões. 

No acumulado de janeiro a abril, o saldo nas contas públicas foi positivo em R$ 47 bilhões. 

Neste mesmo período do ano passado, o acumulado foi de R$ 79 bilhões. 

O Tesouro Nacional avaliou o saldo como bom, mas alerta que a margem acumulada no período deve ser consumida nos próximos meses. O mês de maio é um mês historicamente deficitário e deve consumir uma margem do saldo positivo registrado até abril. 

A instituição mantém a perspectiva de fechar o ano de 2023 com um déficit primário inferior a 1% do PIB. 

Ministério da Fazenda anuncia medidas desde janeiro para tentar melhorar este resultado, a um déficit de 0,5% do PIB. A proposta é zerar o rombo até 2024. 
 

Receba nossos conteúdos em primeira mão.

LOC.: Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência registram superávit em abril de R$ 15,6 bilhões.

Ainda que este resultado possa ser considerado positivo para a economia e indique sustentabilidade da dívida, ele é mais baixo que o valor registrado há um ano, de R$ 28,9 bilhões. 

No acumulado de janeiro a abril, o saldo nas contas públicas foi positivo em R$ 47 bilhões. 

Neste mesmo período do ano passado, o acumulado foi de R$ 79 bilhões. 

O Tesouro Nacional avaliou o saldo como bom, mas alerta que a margem acumulada no período deve ser consumida nos próximos meses. O mês de maio é um mês historicamente deficitário e deve consumir uma margem do saldo positivo registrado até abril. 

A instituição mantém a perspectiva de fechar o ano de 2023 com um déficit primário inferior a 1% do PIB. 

Ministério da Fazenda anuncia medidas desde janeiro para tentar melhorar este resultado, a um déficit de 0,5% do PIB. A proposta é zerar o rombo até 2024. 

Reportagem, Luigi Mauri, narração, Lívia Azevedo.