Saúde - Gripe·01 de julho de 2024

SÃO PAULO (SP): com cobertura vacinal contra gripe de 44%, vacinação continua na capital

Meta do Ministério da Saúde é vacinar 90% de cada um dos grupos prioritários, como gestantes, idosos, crianças e povos indígenas

Por Paloma Custódio
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Governo de São Paulo mantém vacinação contra a gripe no estado - Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

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As unidades básicas de saúde do SUS da cidade de São Paulo continuam mobilizadas na vacinação contra a gripe. O município registrou, pela Campanha Nacional de Vacinação, uma cobertura vacinal de 44%. Os dados são do painel de imunizações do Ministério da Saúde.

Até o momento, foram contabilizadas 2,3 milhões de doses aplicadas na cidade. No entanto, o público-alvo passa dos 4,5 milhões de pessoas.

Por conta da disponibilidade de doses, o Ministério autorizou a ampliação da imunização para todas as pessoas acima dos seis meses de idade. Segundo o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti, a medida busca garantir uma maior cobertura vacinal e, consequentemente, uma redução nas complicações e internações causadas pela gripe.

“Então, se há disponibilidade da vacina e o vírus da influenza – da gripe – está circulando, nós devemos ampliar o acesso das pessoas para que elas se vacinem, diminuam seu risco de adoecimento de formas graves da doença e diminuam a circulação do vírus na comunidade."

A doutora Melissa Palmieri, médica da Coordenadoria da Vigilância em Saúde de São Paulo, explica que a vacina é capaz de proteger contra os três tipos do vírus da influenza que estão em circulação no Brasil atualmente: o A H1N1, o A H322 e o influenza B. Segundo ela, a vacina é segura e eficaz.

“Sabemos que a vacina de gripe é uma vacina de vírus inativado. Então ele não tem capacidade alguma de ocasionar a doença. E é uma vacina extremamente segura e extremamente importante, inclusive, porque a gente sabe que tem um percentual da população que tem deficiência do sistema de defesa, é imunossuprimido, está fazendo tratamento para câncer, usando um remédio que vai reduzir a defesa dele. Então, principalmente nesses grupos, a vacina tem que ser feita.”

A radialista Pamela Perrupato, de 32 anos, moradora do bairro Tucuruvi, na cidade de São Paulo, ainda não tomou a vacina contra a gripe. Para ela, a extensão do prazo é uma nova chance de se imunizar.

“Ainda não tomei a vacina da gripe esse ano, mas vou aproveitar que estendeu o prazo para poder tomar. Não sou do grupo de risco e dentro de casa, não convivo com ninguém que seja, mas é importante a gente se vacinar porque a gente não sabe se, no transporte público, a gente está convivendo com alguém que é do grupo de risco, ou na escola, no trabalho.”

Faça parte do Movimento Nacional Pela Vacinação e diga sim para a vacina contra a gripe. Procure uma Unidade Básica de Saúde com a Caderneta de Vacinação ou documento com foto.

Para mais informações, acesse: www.gov.br/vacinacao.

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SOBRE

Paloma Custódio

Paloma Custódio é jornalista, radialista e graduada em Relações Internacionais. Atuou como produtora e repórter na Rede Boa Vontade de Comunicação (LBV), integrou a equipe de comunicação da ONU Brasil, foi roteirista do Grupo Bandeirantes e repórter do Agro Estadão.

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