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LOC.: A produção de substâncias metálicas e de grafita alcançou mais de DUZENTOS E VINTE BILHÕES DE REAIS em 2024. É o que revela o Anuário Mineral Brasileiro 2025, divulgado no início da semana.
Ao todo, foram analisados os quadros de QUATORZE substâncias metálicas, somadas à grafita, que, juntas, correspondem a OITENTA E DOIS POR CENTO do valor da produção mineral brasileira.
No caso do minério de ferro, por exemplo, o valor agregado da produção chegou a quase CENTO E SESSENTA BILHÕES DE REAIS. O documento também contempla minerais como grafita, alumínio, cobre, cromo, lítio, manganês, níquel e zinco.
Segundo a superintendente de Economia Mineral da Agência Nacional de Mineração, Inara Oliveira Barbosa, o Anuário contribui para a elaboração de informações estratégicas para o setor.
ABRE ASPAS: “Permite compreender não apenas o desempenho econômico da mineração, mas também seu papel estrutural no desenvolvimento regional, na transição energética e na inserção internacional do Brasil.” FECHA ASPAS.
Em 2024, o saldo da balança comercial do segmento mineral foi de QUARENTA E DOIS BILHÕES DE DÓLARES. A China manteve-se como o principal destino das exportações brasileiras e também como o maior fornecedor de substâncias metálicas ao país.
No Brasil, mais de DUZENTAS E SETENTA minas das substâncias analisadas estão em operação, das quais CENTO E NOVE são de minério de ferro. A atividade gera retorno ao Estado por meio da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais, a CFEM. Em 2024, a arrecadação com a produção das substâncias metálicas analisadas, somadas à grafita, chegou a SETE BILHÕES DE REAIS.
Reportagem, Marquezan Araújo