Tomaz Silva/Agência Brasil
Tomaz Silva/Agência Brasil

Primeiro lote de ingrediente para produção da vacina de Oxford deve chegar sábado (6)

Ingrediente farmacêutico ativo (IFA) foi liberado por autoridades chinesas e será enviado ao Rio de Janeiro


O avião com o primeiro lote do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) para a produção da vacina de Oxford/AstraZeneca deve chegar ao Brasil no próximo sábado (6). O pouso está previsto para acontecer às 17h50, no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. 

O produto foi liberado por autoridades chinesas e será utilizado pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz). O governo brasileiro tem um acordo com a farmacêutica europeia e a universidade britânica para produzir a vacina pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que fará a formulação das doses.

São esperadas 14 remessas de IFA ao longo do primeiro semestre deste ano, cada uma com insumo suficiente para produzir 7,5 milhões de doses do imunizante contra o novo coronavírus. O contrato prevê que a Fiocruz receba o suficiente para produzir 100,4 milhões de doses até julho. 

O acordo determina, ainda, a transferência de tecnologia para nacionalizar a produção do insumo a partir do segundo semestre. Até lá, a produção utilizará o ingrediente importado da China. 

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O avião com o primeiro lote do ingrediente farmacêutico ativo para a produção da vacina de Oxford deve chegar ao Brasil no próximo sábado. O pouso está previsto para acontecer às 17h50, no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. 

O produto foi liberado por autoridades chinesas e será utilizado pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos. O governo brasileiro tem um acordo com a AstraZeneca e a universidade britânica para produzir a vacina pela Fundação Oswaldo Cruz, que fará a formulação das doses.

São esperadas 14 remessas de IFA ao longo do primeiro semestre deste ano, cada uma com insumo suficiente para produzir 7,5 milhões de doses do imunizante contra o novo coronavírus. O acordo também determina a transferência de tecnologia para nacionalizar a produção do insumo a partir do segundo semestre. Até lá, a produção utilizará o ingrediente importado da China.