Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Moradores da região de Macaé precisam completar o esquema vacinal contra a Covid-19

As duas doses e o reforço evitam casos graves e hospitalizações pela doença


Os moradores de Macaé precisam completar o esquema vacinal contra a Covid-19. Na cidade, o índice de vacinados com duas doses está abaixo de 40%, segundo o Ministério da Saúde.  A maioria dos casos graves e hospitalizações ocorre entre pessoas não vacinadas ou com esquema vacinal incompleto. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, explica a importância da imunização. 

“Agora nós enfrentamos um novo desafio, a variante ômicron. Nós já temos notícias de outros países onde essa variante se tornou  prevalente em que há um número realmente grande de casos, mas o sistema de saúde não tem sido tão pressionado sobretudo naquelas populações que estão fortemente vacinadas. O Brasil tem ainda alguns estados em que a vacinação não chegou aos níveis desejados.”

A secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Leite de Melo, explica que para controlar a pandemia, é necessário ter um alto número de pessoas vacinadas.

“Nós acreditávamos que uma cobertura vacinal acima de 70%, 75% ela deixaria uma nação tranquila. Hoje, nós já sabemos que a Covid não é bem assim. As coberturas vacinais, elas tem que estar acima de 90% quiçá 95%.”

O Ministério da Saúde oferece vacinas para o público com mais de 12 anos e doses pediátricas para crianças entre 5 e 11 anos. Quem ainda não tomou a segunda dose da contra a Covid-19 precisa completar o esquema vacinal. E aquelas pessoas que já podem tomar a dose de reforço também devem procurar o local de vacinação mais próximo o quanto antes. O reforço é feito em quem tem mais de 18 anos e já completou a imunização há quatro meses.

Continue Lendo



Receba nossos conteúdos em primeira mão.

LOC.: Os moradores de Macaé precisam completar o esquema vacinal contra a Covid-19. Na cidade, o índice de vacinados com duas doses está abaixo de 40%, segundo o Ministério da Saúde.  A maioria dos casos graves e hospitalizações ocorre entre pessoas não vacinadas ou com esquema vacinal incompleto. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, explica a importância da imunização.

 

TEC./SONORA: Marcelo Queiroga, ministro da Saúde

“Agora nós enfrentamos um outro desafio, a variante Ômicron. [..] Nós já temos notícias de outros países onde essa variante se tornou  prevalente em que há um número realmente grande de casos, mas o sistema de saúde não tem sido tão pressionado sobretudo naquelas populações que estão fortemente vacinadas. O Brasil tem ainda alguns estados em que a vacinação não chegou aos níveis desejados.”

LOC.: A secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Leite de Melo, explica que para controlar a pandemia, é necessário ter um alto número de pessoas vacinadas.

TEC./SONORA: Rosana Leite de Melo, secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do  Ministério da Saúde


“Há dois meses, aproximadamente, nós acreditávamos que uma cobertura vacinal acima de 70%, 75% ela deixaria uma nação tranquila. Hoje, nós já sabemos que a Covid não é bem assim. As coberturas vacinais, elas tem que estar acima de 90% quiçá 95%.” 
 

LOC: O Ministério da Saúde oferece vacinas para o público com mais de 12 anos e doses pediátricas para crianças entre 5 e 11 anos. Quem ainda não tomou a segunda dose da contra a Covid-19 precisa completar o esquema vacinal. E aquelas pessoas que já podem tomar a dose de reforço também devem procurar o local de vacinação mais próximo o quanto antes. O reforço é feito em quem tem mais de 18 anos e já completou a imunização há quatro meses.