Ilustração economia. Foto: Agência Brasil.
Ilustração economia. Foto: Agência Brasil.

Inflação no mês de maio impactou mais famílias de baixa renda

As mais atingidas foram com renda domiciliar abaixo de R$ 1.650,50


Mesmo com a desaceleração registrada em abril, o Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda voltou a ter elevação em todas as classes de renda pesquisadas no mês de maio. As mais atingidas foram as famílias de renda muito baixa, com renda domiciliar abaixo de R$ 1.650,50. 

Para esta faixa, a inflação ficou em 0,92%. Para as famílias de renda mais alta, entre R$ 8.254,83 e R$ 16.509,66, o percentual não passou de 0,49% no mesmo período. Os dados foram divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

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A habitação e os transportes foram os grupos que mais contribuíram para o avanço da inflação. Os principais focos de pressão inflacionária da habitação foram os reajustes de energia elétrica (5,4%), da tarifa de água e esgoto (1,6%), do gás de botijão (1,2%) e do gás encanado (4,6%). Nos transportes, os aumentos da gasolina (2,9%), do etanol (12,9%) e do gás veicular (23,8%) influenciaram o resultado.

Além disso, ainda houve alta nas taxas de água e esgoto, no gás encanado e botijão. De acordo com o indicador, na comparação interanual, todas as classes de renda foram atingidas por forte aceleração inflacionária. 

 

 

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LOC.: Mesmo com a desaceleração registrada em abril, o Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda voltou a ter elevação em todas as classes de renda pesquisadas no mês de maio. As mais atingidas foram as famílias de renda muito baixa, com renda domiciliar abaixo de R$ 1.650,50. 

Para esta faixa, a inflação ficou em 0,92%. Para as famílias de renda mais alta, entre R$ 8.254,83 e R$ 16.509,66, o percentual não passou de 0,49% no mesmo período. Os dados foram divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

A habitação e os transportes foram os grupos que mais contribuíram para o avanço da inflação. Os principais focos de pressão inflacionária da habitação foram os reajustes de energia elétrica (5,4%), da tarifa de água e esgoto (1,6%), do gás de botijão (1,2%) e do gás encanado (4,6%). Nos transportes, os aumentos da gasolina (2,9%), do etanol (12,9%) e do gás veicular (23,8%) influenciaram o resultado.

Além disso, ainda houve alta nas taxas de água e esgoto, no gás encanado e botijão. De acordo com o indicador, na comparação interanual, todas as classes de renda foram atingidas por forte aceleração inflacionária. 

Reportagem, Rafaela Gonçalves