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LOC.: A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, a CACB, e os Cartórios de Protesto lançaram nesta quinta-feira, 26 de fevereiro, o AC Protesto, um sistema nacional que reúne informações sobre dívidas e inadimplência.
A medida deve garantir às micro, pequenas e médias empresas mais segurança jurídica nas relações comerciais, a fim de evitar pendências financeiras e facilitar a recuperação de crédito.
De acordo com a CACB, o sistema irá beneficiar mais de DOIS MILHÕES de empresas ligadas às Associações Comerciais.
Segundo André Gomes Netto, presidente do Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil, o acordo garante o acesso à informações sobre protesto em todos os municípios brasileiros.
TEC./SONORA: André Gomes Netto, presidente do Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil (IEPTB)
“O associado terá, em tempo real, chance de consultar se uma pessoa física ou jurídica tem uma restrição de crédito em um dos 3.864 tabelionatos de protesto do país, o que vai conferir maior segurança nas suas relações comerciais, evitando o inadimplemento.”
LOC.: Antes, esse tipo de informação só podia ser acessada por meio de birôs de crédito, empresas privadas que cobram para realizar consultas sobre a situação financeira de clientes e parceiros.
Para Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo, o lançamento do AC Protesto representa uma vitória para o sistema das associações comerciais e seus associados.
TEC./SONORA: Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB e da Facesp
“As micro e pequenas empresas deverão, cada vez mais, acompanhar e se associar a uma associação comercial para obter essas vantagens e facilidades. Assim, terão acesso às informações de crédito sem precisar recorrer a outros órgãos ou empresas, que ainda cobram caro por esse serviço.”
LOC.: De acordo com representantes das instituições, a plataforma está pronta para uso e deve ser liberada em breve. Atualmente, OITOCENTOS E QUARENTA E UMA associações já estão conectadas ao sistema.
Reportagem, Maria Clara Abreu