Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil
Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

Será que é só culpa do BC essas altas taxas de juros que temos?

Tudo Prático e Claro, com Roberto Dardis

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Governistas, imprensa, economistas e curiosos culpam o BC pela alta nos juros que temos. E também pela dificuldade de ter um juro mais comportado. Ou seja, é mais fácil pôr a culpa nos outros pela provável desaceleração econômica do que ter sugestões para sair dessa enrascada.

Questionamentos que podemos analisar:

  • Quem é o culpado pelo alto endividamento público?
  • Será que se não houver taxas interessante nos juros, haveriam instituições financeiras interessadas no financiamento da dívida pública?
  • Temos reduzido os gastos públicos para que possamos cobrar por uma redução nos juros?
  • Temos planos de governo? Ou somente com a aprovação do arcabouço e reformas tributárias já podemos cobrar uma redução nos juros?
  • Temos propostas para uma redução nos juros para atrair investidores com “regras claras”?
  • Temos opções para que os investidores deixem de pagar o alto custo Brasil, muito devido à exposição que temos para o mundo com corrupção, intromissões em órgãos públicos, retrocessos entre outros...?

Ser pedra neste momento é fácil, quero ver é dar dicas, buscar soluções para podermos sair dessa encruzilhada. E todos sabemos quem é o maior culpado por estarmos nela... ou ver o que está acontecendo no país em volta dos “3 poderes”, qualquer investidor inteligente analisaria sua entrada no país.

Não esqueçamos que passamos por uma epidemia, temos confrontos pelo mundo com guerras e atritos entre grandes países, inflações e juros altas pelo mundo, e alguns países já enxergam uma desaceleração em suas economias que podem ser promovidas a uma recessão mundial, isso fora os problemas eternos que temos no pais, com um “ecolítica” fora do controle.

Então será que é somente o BC o grande culpado por todo esses juros altos?

Governo ativo, povo feliz, será?

Chegando a quase 150 dias de governo, ainda nada de novidade em propostas econômicas. Estamos na dependência de aprovações no Congresso do arcabouço fiscal. E é só o que vimos, o resto são promessas.

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