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LOC.: Com três feriadões nacionais em três semanas, o resto do mês de abril não deve ter grandes votações no plenário das casas do Legislativo nacional. Por causa da Semana Santa, nem mesmo a reunião de líderes da Câmara dos Deputados foi realizada, o que adiou a definição da pauta dos próximos dias.
A única sinalização veio do presidente Hugo Motta (Republicanos-PB), que anunciou a intenção de votar a PEC que assegura o repasse mínimo de 1% da Receita Corrente Líquida da União para o Sistema Único de Assistência Social e institui uma renda mínima para as pessoas em situação de pobreza. Sem sessão ordinária, o plenário da Casa realiza uma comissão geral para discutir o combate ao feminicídio.
No Senado, há sessões deliberativas previstas para terça e quarta-feira. O destaque fica por conta do projeto que reconhece estágio como experiência profissional para fins de pontuação ou comprovação em concursos públicos, além da análise de nomes para o cargo de embaixador.
Mas se esta segunda-feira lembra os dias de folga da semana passada, os próximos dias prometem agitar os corredores com as comissões do Congresso Nacional.
A Comissão Parlamentar de Inquérito de combate ao crime organizado deve ouvir o ex-governador do Distrito Federal e o ex-presidente do Banco Central. Ibaneis Rocha, na terça, e Roberto Campos Neto, na quarta, devem explicar a atuação que tiveram referente ao escândalo do Banco Master.
Ainda na terça, será instalada a comissão mista de análise da medida provisória 1.327 de 2025. A iniciativa do governo federal altera as regras do Código de Trânsito Brasileiro para flexibilizar e baratear o acesso à Carteira Nacional de Habilitação.
A Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados discute, na quarta, o impacto do fim da escala 6x1 no setor. São esperados tanto o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, quanto o do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, além de representantes do setor privado.
Quinta e sexta-feira não estão previstas atividades de destaque.
REPORTAGEM, ÁLVARO COUTO.