Educação - undefined·05 de novembro de 2020

MPF defende que estados devem seguir regras do TAC para o Fundeb mesmo sem repasse federal

Segundo o procurador-geral, Augusto Aras, normas facilitam a fiscalização quanto à correta aplicação dos recursos públicos

Por Felipe Moura
Ouvir · 00:00:43

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu que todos os estados submetam suas contas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação (Fundeb) ao termo de ajustamento de conduta (TAC), que padroniza a movimentação de verbas, mesmo quando não há repasses federais. 

Segundo o procurador, o TAC facilita a fiscalização na aplicação dos recursos públicos e a execução do Plano Nacional de Educação, que são interesses da União. A posição de Aras se deu em resposta a recursos apresentados por Minas Gerais, Paraíba e Espírito Santo, que questionam a aplicação do TAC quando não há repasse de verba federal.  

Recessão econômica gerada pela pandemia impactou financiamento do Fundeb

Mais de 100 deputados federais assinam manifesto contra corte de R$ 1,8 bi no orçamento do MEC para 2021

SOBRE

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.

Ver todas as matérias
t-page