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LOC.: O agronegócio brasileiro fechou o mês de abril com saldo negativo na geração de empregos. Dados do Informativo Emprego no Campo, da Confederação Nacional de Municípios, a CNM, mostram que o setor perdeu três mil novecentos e trinta postos de trabalho no período.
Ao todo, foram registradas DUZENTAS E TRINTA E CINCO MIL CENTO E QUARENTA E SEIS ADMISSÕES E DUZENTOS E TRINTA E NOVE MIL E SETENTA E SEIS desligamentos. O resultado é pior do que o observado nos meses de abril de 2025 e de 2024, quando o setor apresentou saldo positivo.
Segundo o levantamento, a queda foi puxada principalmente pela redução de vagas nos cultivos de soja, maçã e laranja. Entre os duzentos e trinta e seis segmentos do agronegócio com movimentação no período, mais da metade registrou perda de empregos.
Enquanto o agro fechou quase quatro mil vagas negativas em abril, os demais setores da economia brasileira criaram OITENTA E CINCO MIL E DUZENTOS postos de trabalho no mesmo mês.
Apesar do resultado negativo no cenário nacional, alguns municípios se destacaram na geração de empregos. Formosa e Morrinhos, em Goiás, lideraram a criação de vagas em abril, com cerca de MIL E TREZENTOS novos postos de trabalho cada.
No acumulado deste ano, Santa Cruz do Sul e Venâncio Aires, no Rio Grande do Sul, aparecem na liderança da geração de empregos no agronegócio.
Os dados integram um estudo da CNM que acompanha a evolução do emprego formal no campo e os impactos da atividade agropecuária nas economias locais.
Com informações da Confederação Nacional de Municípios, Bianca Mingote