Economia - Dólar·17 de junho de 2024

Dólar e euro renovam seus recordes de alta

Cenário externo e preocupações no Brasil explicam a desvalorização do real

Por Luigi Mauri
Ouvir · 00:01:09

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

O câmbio do real em relação ao dólar e ao euro bateu um novo recorde na última segunda-feira (17). Os fatores externos, da alta dos juros americanos, influencia a saída de dólares - não apenas no Brasil, mas em todos os emergentes. Entretanto, há muitos motivos domésticos que elevam os valores das moedas. 

Em publicação do boletim Focus, pelo Banco Central, há previsão de maior inflação para o Brasil, bem como de maiores taxas de câmbio. Com isso, prevê-se um menor crescimento do produto interno bruto (PIB). O mercado também está tenso com a decisão do Comitê de Política Monetária, o Copom, na próxima quarta-feira (19), sobre a Selic, que corresponde aos juros básicos da economia. A expectativa é que os juros não caiam mais. 

Como pano de fundo, está a incerteza quanto ao cumprimento das metas fiscais do governo. O dólar comercial está cotado a R$ 5,43 - quase 0,90% mais caro que o último fechamento. Já o preço do euro está 1,00% maior, a R$ 5,82. 

As cotações são da companhia Morningstar. 

SOBRE

Luigi Mauri

Ver todas as matérias
CONTINUE LENDO

Mais sobre Dólar

Ver editoria completa
t-page