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LOC.: O Congresso Nacional retoma nesta segunda-feira os trabalhos legislativos após o recesso de julho e a prioridade é votar a Lei de Diretrizes Orçamentárias, a LDO, que está atrasada. O texto prevê um superávit de mais de 34 bilhões de reais em 2026 e cortes nas despesas não obrigatórias. Deputados e senadores têm até o dia 14 de agosto para apresentar emendas.
Outro tema que deve voltar com força é a reforma administrativa, defendida por setores do governo como essencial para o equilíbrio das contas públicas. Apesar disso, o projeto ainda não tem data certa para ser votado.
Também está no radar a cobrança do Supremo Tribunal Federal para que o Congresso regulamente a licença-paternidade. A Câmara e o Senado já discutem propostas sobre o tema.
Na Câmara, cresce a expectativa pela possível votação da cassação da deputada Carla Zambelli, condenada pelo STF. O relatório na Comissão de Constituição e Justiça deve ser apresentado nas próximas semanas.
E tem mais: aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro prometem retomar a articulação por moções de apoio a ele, depois de uma tentativa frustrada durante o recesso.
Por fim, parlamentares da frente da indústria se mobilizam contra o tarifaço dos Estados Unidos. O objetivo é debater medidas de apoio às empresas brasileiras afetadas.
Reportagem, Livia Braz