Saúde - Coronavírus·28 de maio de 2021

Concentração do coronavírus continua elevada nos esgotos de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e Rio de Janeiro

Informação é da Rede Monitoramento COVID Esgotos, com dados até 13 de maio

Por Paloma Custódio
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A concentração de coronavírus nos esgotos de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e Rio de Janeiro continua elevada. A informação é do Boletim de Acompanhamento n° 01/2021 da Rede Monitoramento COVID Esgotos, com dados até 13 de maio. Apenas Belo Horizonte e Brasília tiveram uma redução da carga viral, em relação à última medição.

No entanto, a carga viral na capital mineira segue em patamar elevado. Em 11 de maio, o indicador chegou a 4,4 trilhões de cópias do vírus por dia - o menor valor desde 13 de outubro de 2020, quando foram registrados 1,6 trilhão de cópias. Os números são referentes a duas estações de tratamento de esgoto, que atendem cerca de 70% da população belo-horizontina.

Brasília apresentou uma carga de 7,7 trilhões de cópias do coronavírus diariamente, em 13 de maio, em oito estações de tratamento, que atendem cerca de 80% da população. Em 15 de abril, o Distrito Federal chegou a registrar 200 trilhões de cópias diárias.

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Já Curitiba apresentou aumento nas cargas virais nas últimas semanas. Em 11 de maio, foram registradas 12,6 trilhões de cópias do coronavírus por dia - patamar considerado elevado. O monitoramento foi realizado em todas as cinco estações de tratamento de esgoto da cidade.

No Rio de Janeiro, as concentrações estão acima de 25 mil cópias do vírus por litro, o que é considerado elevado. A situação foi registrada em todos os dez pontos monitorados nas semanas epidemiológicas 18 (2 a 8 de maio) e 19 (9 a 15 de maio).

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), que coordena a Rede, ressalta a importância de manter as medidas de prevenção e controle para a redução da disseminação do coronavírus.

SOBRE

Paloma Custódio

Paloma Custódio é jornalista, radialista e graduada em Relações Internacionais. Atuou como produtora e repórter na Rede Boa Vontade de Comunicação (LBV), integrou a equipe de comunicação da ONU Brasil, foi roteirista do Grupo Bandeirantes e repórter do Agro Estadão.

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