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LOC.: A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a ApexBrasil, renovou um acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança para incentivar a presença internacional de empresas do setor.
O investimento previsto é superior a DEZENOVE BILHÕES E MEIO DE REAIS ao longo de dois anos, com apoio direto a SETENTA E QUATRO companhias brasileiras.
A iniciativa busca ampliar as exportações da indústria de Defesa e segurança, que já conta com empresas atuando no mercado externo, mas ainda tem grande potencial de crescimento. A estratégia inclui participação em feiras internacionais e ações para aproximar compradores estrangeiros das empresas nacionais.
O presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, destacou que o fortalecimento da indústria também traz impactos positivos para a inovação no país.
TEC./SONORA: Jorge Viana, presidente da ApexBrasil
“Investir em Defesa, trabalhar na indústria, é você também investir em inovação que chega na sociedade, é algo extraordinário. Onde tiver eventos, seja dentro ou fora do Brasil, a gente tem uma condição de estar presente, levando empresas, levando o que a gente faz na tecnologia e tudo o que o Brasil precisa.”
LOC.: A execução do convênio será feita em parceria com o Ministério da Defesa e o Ministério das Relações Exteriores, que atuam para ampliar a inserção das empresas brasileiras em mercados estratégicos e aumentar a competitividade do setor.
Durante a cerimônia de assinatura, o ministro da Defesa, José Múcio, ressaltou a importância econômica da indústria de Defesa e o potencial de expansão no país.
TEC./SONORA: José Múcio, ministro da Defesa
“Eu estou aqui hoje para falar da Defesa, com o produtor de equipamentos de Defesa, o empregado na indústria, o cientista que trabalha para que isso aconteça. Nós temos uma indústria de Defesa moderníssima, podendo ser muito mais moderna.
LOC.: Nos últimos anos, o setor tem registrado crescimento e ganhado relevância na economia brasileira, impulsionado pelo desenvolvimento tecnológico e pela capacidade produtiva das empresas.
A expectativa é que, com o novo convênio, o Brasil amplie sua participação no mercado internacional de Defesa e segurança, gerando mais empregos e fortalecendo a indústria nacional.
Reportagem, Marquezan Araújo