Comprimidos - Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil
Comprimidos - Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

Anvisa autoriza uso emergencial de coquetel contra a Covid-19

Medicação deve ser administrada no início dos sintomas da doença


A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quinta-feira (13) o uso emergencial de um novo coquetel de anticorpos para o tratamento de pacientes com Covid-19. Foi avaliado que o uso combinado dos medicamentos Banlanivimabe e Etesevimabe, para casos em estágios iniciais, traz benefícios.

De acordo com as equipes de análise da Anvisa, quando utilizados juntos, os dois medicamentos podem reduzir em até 70% a incidência do coronavírus. Tal eficácia se daria em pacientes que ainda não tenham evoluído para quadro grave e tenham alto risco de progressão.

Covid-19: entenda a importância da segunda dose da vacina

Ministério da Saúde lança Campanha de Conscientização sobre Medidas Preventivas e Vacinação contra a Covid-19

A orientação é que a aplicação seja feita em hospitais, em razão da estrutura disponível e dos profissionais que realizam o procedimento. A agência não indicou o uso em pacientes com quadros graves, situações em que o coquetel pode agravar o problema. Os remédios não poderão ser comercializados.

O uso emergencial foi autorizado por 12 meses. A indicação é que o coquetel seja aplicado em adultos. No caso de adolescentes, não houve comprovação de eficácia nos ensaios clínicos.

Continue Lendo



Receba nossos conteúdos em primeira mão.

LOC.: A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quinta-feira (13) o uso emergencial de um novo coquetel de anticorpos para o tratamento de pacientes com Covid-19. Foi avaliado que o uso combinado dos medicamentos Banlanivimabe e Etesevimabe, para casos em estágios iniciais, traz benefícios.

De acordo com as equipes de análise da Anvisa, quando utilizados juntos, os dois medicamentos podem reduzir em até 70% a incidência do coronavírus. Tal eficácia se daria em pacientes que ainda não tenham evoluído para quadro grave e tenham alto risco de progressão.

A orientação é que a aplicação seja feita em hospitais, em razão da estrutura disponível e dos profissionais que realizam o procedimento. A agência não indicou o uso em pacientes com quadros graves, situações em que o coquetel pode agravar o problema. Os remédios não poderão ser comercializados.

O uso emergencial foi autorizado por 12 meses. A indicação é que o coquetel seja aplicado em adultos. No caso de adolescentes, não houve comprovação de eficácia nos ensaios clínicos.

Reportagem, Laísa Lopes