Imagem: Tânia Rêgo/Agência Brasil
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Juros para famílias crescem para 41% ao ano em março, diz BC

Aumento foi de 0,9 ponto em relação a fevereiro e com queda de 5,4 pontos em relação a março de 2020. Juros do rotativo do cartão de crédito influenciaram resultado


De acordo com as Estatísticas Monetárias e de Crédito divulgadas nesta quinta-feira (29) pelo Banco Central (BC), as famílias pagaram taxas de juros mais altas em março. A taxa média de juros no crédito livre chegou a 41% ao ano, tendo um aumento de 0,9 ponto percentual em relação a fevereiro. Já em comparação com março de 2020, houve queda de 5,4 pontos.

Um dos motivos do aumento dos juros para pessoas físicas no mês passado foram os juros do rotativo do cartão de crédito cobrados pelos bancos, que teve alta de 8,1 pontos percentuais no mês e alcançou 334,9% ao ano. Por outro lado, a taxa do cheque especial caiu 3,9 pontos percentuais no mês, chegando a 121%.

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A inadimplência das famílias no crédito livre, que são considerados os atrasos acima de 90 dias, se manteve estável em 4,1% em março. E em relação aos empréstimos concedidos pelos bancos, o valor chegou a mais de R$ 4 trilhões, o que marca um aumento de 1,5% em relação a fevereiro.

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LOC.: De acordo com as Estatísticas Monetárias e de Crédito divulgadas nesta quinta-feira (29) pelo Banco Central (BC), as famílias pagaram taxas de juros mais altas em março. A taxa média de juros no crédito livre chegou a 41% ao ano, tendo um aumento de 0,9 ponto percentual em relação a fevereiro. Já em comparação com março de 2020, houve queda de 5,4 pontos.

Um dos motivos do aumento dos juros para pessoas físicas no mês passado foram os juros do rotativo do cartão de crédito cobrados pelos bancos, que teve alta de 8,1 pontos percentuais no mês e alcançou 334,9% ao ano. Por outro lado, a taxa do cheque especial caiu 3,9 pontos percentuais no mês, chegando a 121%.

A inadimplência das famílias no crédito livre, que são considerados os atrasos acima de 90 dias, se manteve estável em 4,1% em março. E em relação aos empréstimos concedidos pelos bancos, o valor chegou a mais de R$ 4 trilhões, o que marca um aumento de 1,5% em relação a fevereiro.

Reportagem, Poliana Fontenele