Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

RORAIMA: vacina contra Covid-19 reduz mortes e hospitalizações, afirma ministro da Saúde

População de Roraima deve completar esquema vacinal e tomar dose de reforço após quatro meses


Em Roraima, quem ainda não tomou a segunda dose da vacina contra a Covid-19 precisa ir a uma unidade de saúde, o quanto antes, e completar o esquema vacinal. Para os que já receberam a segunda imunização, há pelo menos quatro meses, a recomendação é ir atrás do reforço.

“Peço que fiquem atentos ao calendário vacinal e procurem um posto de vacinação quando chegar a vez. A dose de reforço é fundamental para frear o avanço de novas variantes e reduzir hospitalizações e óbitos aqui no estado”, O alerta é do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

A jornalista Tarsira Rodrigues (40) mora em Boa Vista e afirma que está com o cartão atualizado. E não é só ela, o marido também. Para eles, é pela própria proteção e por amor à família que não pensaram duas vezes em concluir o ciclo vacinal.

“Para nós, o significado de tomar a terceira dose é realmente de proteção, né? Proteção e prevenção e aquela esperança de que esse período crítico passe. Procurem as unidades básicas de saúde em todo Brasil para que possam tomar a primeira, aqueles que não tomaram, tomar a segunda e terceira dose de reforço. A vacina significa para mim esperança, significa salvar vidas e para que a gente possa sair desse período pandêmico o quanto antes.”

Até o momento, no estado, o número de doses aplicadas da vacina contra a Covid-19 é de 845 mil. Desse total, mais de 408 mil foram primeira dose e quase 416 mil segunda dose e dose única. Além disso, em Roraima, aproximadamente 48 mil pessoas foram imunizadas com o reforço. Os municípios com menor percentual da população completamente vacinada são Iracema (34,94%) e São Luiz (30,59%). Os dados são da Secretaria Estadual de Saúde atualizados nesta quarta-feira (02).

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Para estimular a população a completar o ciclo vacinal, o Ministério da Saúde promove ações de imunização em massa. A estratégia de oferecer a terceira dose funciona como um auxílio para manter os anticorpos em níveis suficientes para combater a Covid-19.

Além da vacina, a orientação é manter com os cuidados sanitários como usar álcool gel, manter o distanciamento mínimo necessário e os ambientes ventilados.

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LOC.: Em Roraima, quem ainda não tomou a segunda dose da vacina contra a Covid-19 precisa ir a uma unidade de saúde, o quanto antes, e completar o esquema vacinal. E quem já tomou a segunda dose há pelo menos quatro meses, está na hora de ir atrás do reforço. O alerta é do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

TEC./SONORA: Marcelo Queiroga, ministro da Saúde


“Olá, meus amigos de Roraima. Peço que fiquem atentos ao calendário vacinal e procurem um posto de vacinação quando chegar a vez. A dose de reforço é fundamental para frear o avanço de novas variantes e reduzir hospitalizações e óbitos aqui no estado.”
 

LOC.: Tarsira Rodrigues, de 40 anos, mora em Boa Vista, e está com o cartão atualizado. Aliás, ela e o marido, que não pensaram duas vezes em tomar a dose de reforço. Não só por eles, mas também pelas pessoas que amam.

TEC./SONORA:  Tarsira Rodrigues - jornalista

“Para nós, o significado de tomar a terceira dose é realmente de proteção, né? Proteção e prevenção e aquela esperança de que esse período crítico passe. Procurem as unidades básicas de saúde em todo Brasil para que possam tomar a primeira, aqueles que não tomaram, tomar a segunda e terceira dose de reforço. A vacina significa para mim esperança, significa salvar vidas e para que a gente possa sair desse período pandêmico o quanto antes.”
 

LOC.: Até o momento, no estado, o número de doses aplicadas da vacina contra a Covid-19 é de 845 mil. Desse total, mais de 408 mil foram primeira dose e quase 416 mil segunda dose e dose única. Além disso, em Roraima, aproximadamente 48 mil pessoas foram imunizadas com o reforço. Os municípios com menor percentual da população completamente vacinada são Iracema (34,94%) e São Luiz (30,59%). Os dados são da Secretaria Estadual de Saúde atualizados nesta quarta-feira (02).