Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Rendimentos efetivos dos trabalhadores cai 2,2%

Mulheres e trabalhadores com mais de 60 anos foram os únicos que apresentaram crescimento na renda


Segundo estudo divulgado na quarta-feira (16) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os rendimentos efetivos dos trabalhadores registraram queda de 2,2% no primeiro trimestre de 2021, na comparação com igual período do ano passado. O motivo foi por conta do impacto da pandemia de Covid-19.

Segundo a pesquisa, apenas as mulheres e trabalhadores com mais de 60 anos não apresentaram uma queda da renda efetiva, tendo um crescimento de 1,33% e 7,06%, respectivamente. A análise revela que o impacto da segunda onda da pandemia nos rendimentos foi concentrado nos trabalhadores privados com carteira assinada, enquanto aqueles que trabalham por conta própria mostraram um crescimento de 3,9% da renda efetiva.

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Nas regiões brasileiras, o Nordeste teve maior impacto nos rendimentos, apresentando um recuo de 7,05%. Já o Centro-Oeste teve o menor efeito na renda, com queda de 0,84%. Na avaliação por faixa etária, a mais atingida pela segunda onda foi a dos adultos entre 25 e 39 anos, com queda de 7,73% dos rendimentos.

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LOC.: Segundo estudo divulgado na quarta-feira (16) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os rendimentos efetivos dos trabalhadores registraram queda de 2,2% no primeiro trimestre de 2021, na comparação com igual período do ano passado. O motivo foi por conta do impacto da pandemia de Covid-19.

Segundo a pesquisa, apenas as mulheres e trabalhadores com mais de 60 anos não apresentaram uma queda da renda efetiva, tendo um crescimento de 1,33% e 7,06%, respectivamente. A análise revela que o impacto da segunda onda da pandemia nos rendimentos foi concentrado nos trabalhadores privados com carteira assinada, enquanto aqueles que trabalham por conta própria mostraram um crescimento de 3,9% da renda efetiva.

Nas regiões brasileiras, o Nordeste teve maior impacto nos rendimentos, apresentando um recuo de 7,05%. Já o Centro-Oeste teve o menor efeito na renda, com queda de 0,84%. Na avaliação por faixa etária, a mais atingida pela segunda onda foi a dos adultos entre 25 e 39 anos, com queda de 7,73% dos rendimentos.

Reportagem, Poliana Fontenele