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LOC.: Goiás passou a fazer parte do grupo de estados brasileiros classificados com alto desenvolvimento humano. O avanço foi registrado no Radar IDHM 2026, levantamento elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, pela Fundação João Pinheiro e pelo IBGE.
Em 2024, o estado alcançou o maior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal da série histórica: ZERO VÍRGULA OITOCENTOS E QUINZE, acima da média nacional, de ZERO VÍRGULA OITOCENTOS E CINCO.
Com o resultado, Goiás ocupa a sétima colocação no ranking nacional e aparece em segundo lugar entre os estados do Centro-Oeste, atrás apenas do Distrito Federal.
O levantamento mostra crescimento contínuo do desenvolvimento humano no estado desde 2012. Naquele ano, o índice era de ZERO VÍRGULA SETECENTOS E QUARENTA E QUATRO. Em 2024, chegou ao maior patamar da série.
Para o governador Daniel Vilela, os números mostram reflexos dos investimentos públicos e do cenário econômico do estado. Segundo ele, o crescimento tem sido acompanhado por políticas voltadas à melhoria da qualidade de vida da população.
De acordo com o levantamento, a educação foi o principal destaque de Goiás. O estado atingiu índice de ZERO VÍRGULA OITOCENTOS E VINTE E UM nessa área, o quarto melhor resultado do país e acima da média nacional.
O indicador considera fatores como escolaridade da população adulta e frequência escolar de crianças e adolescentes. Entre as ações implementadas, estão a ampliação do ensino em tempo integral, programas de alfabetização e medidas para permanência dos estudantes na rede pública.
Na área da longevidade, Goiás registrou a segunda menor diferença do país entre a população branca e a população negra, atrás apenas do Distrito Federal.
O estudo também aponta desempenho acima da média nacional no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal Ajustado à Desigualdade, que mede os impactos das desigualdades internas sobre o desenvolvimento humano. Goiás alcançou índice de ZERO VÍRGULA SEISCENTOS E SETENTA E DOIS, enquanto a média brasileira ficou em ZERO VÍRGULA SEISCENTOS E QUARENTA E UM.
Reportagem, Marquezan Araújo