Itamar Crispim/Fiocruz
Itamar Crispim/Fiocruz

Fiocruz alcança 70 milhões de doses de vacina entregues

Instituto de Tecnologia Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), da Fiocruz, produz a vacina Oxford/AstraZeneca a partir de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) importado, prevendo chegar a 100 milhões de doses entregues em agosto


A Fiocruz alcançou 70 milhões de doses de vacina contra a Covid-19 entregues. O Instituto de Tecnologia Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), da fundação, produz a vacina Oxford/AstraZeneca a partir de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) importado. A previsão é de que o número suba para 100 milhões de doses entregues em agosto.

Na entrega desta última sexta-feira (16), a Fiocruz liberou 4,5 milhões de doses para aplicação nos municípios brasileiros. Uma remessa de 212 mil doses foi entregue diretamente ao estado do Rio de Janeiro, onde fica a sede da fundação, e as demais foram levadas para o Ministério da Saúde.

O instituto também se prepara para produzir o ingrediente farmacêutico ativo no Brasil, o que aceleraria o processo de fabricação da vacina. A produção do IFA é fruto de um acordo de transferência de tecnologia, assinado no início de junho.

Entre as 115 milhões de doses de imunizantes aplicados no Brasil até o momento, 46,6% são da vacina Oxford/AstraZeneca, 39,2% da CoronaVac, 10,9% da Pfizer/BioNTech e 3,3% da Janssen. 

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A Fiocruz alcançou 70 milhões de doses de vacina contra a Covid-19 entregues. O Instituto de Tecnologia Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), da fundação, produz a vacina Oxford/AstraZeneca a partir de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) importado. A previsão é de que o número suba para 100 milhões de doses entregues em agosto.

Na entrega desta última sexta-feira (16), a Fiocruz liberou 4,5 milhões de doses para aplicação nos municípios brasileiros. Uma remessa de 212 mil doses foi entregue diretamente ao estado do Rio de Janeiro, onde fica a sede da fundação, e as demais foram levadas para o Ministério da Saúde.

O instituto também se prepara para produzir o ingrediente farmacêutico ativo no Brasil, o que aceleraria o processo de fabricação da vacina. A produção do IFA é fruto de um acordo de transferência de tecnologia, assinado no início de junho.