Foto: Agência Brasil
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Exportação de frutas do Brasil cresce 21,39% no quadrimestre

Maçã chega a ter crescimento superior a 100% nas vendas quando comparado com o mesmo período do ano passado, e a Europa é o principal destino das frutas brasileiras


A exportação de frutas do Brasil para outros países cresceu 21,39% no primeiro quadrimestre de 2021, quando comparado com o mesmo período do ano passado. A Europa é o principal destino, sendo que os três maiores consumidores são Países Baixos, Reino Unido e Espanha.

Os dados foram divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Nos produtos, se destaca a maçã, que chega a ter crescimento superior a 100% nas vendas. 

Nos últimos dois anos, os embarques da fruta entre janeiro e abril ficaram abaixo de 30 mil toneladas, enquanto neste ano já foram exportadas cerca de 60 mil toneladas do produto. Índia, Bangladesh e Rússia são os principais destinos.

O Brasil também se destaca na exportação de melancias, que somaram 28,35 mil toneladas enviadas neste quadrimestre, número 24,61% maior em relação ao mesmo período de 2020. 

Segundo avaliação da Conab, a valorização do dólar e a boa qualidade das frutas nacionais influenciam os resultados.

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A exportação de frutas do Brasil para outros países cresceu 21,39% no primeiro quadrimestre de 2021, quando comparado com o mesmo período do ano passado. A Europa é o principal destino, sendo que os três maiores consumidores são Países Baixos, Reino Unido e Espanha.

Os dados foram divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Nos produtos, se destaca a maçã, que chega a ter crescimento superior a 100% nas vendas. 

Nos últimos dois anos, os embarques da fruta entre janeiro e abril ficaram abaixo de 30 mil toneladas, enquanto neste ano já foram exportadas cerca de 60 mil toneladas do produto. Índia, Bangladesh e Rússia são os principais destinos.

O Brasil também se destaca na exportação de melancias, que somaram 28,35 mil toneladas enviadas neste quadrimestre, número 24,61% maior em relação ao mesmo período de 2020. Segundo avaliação da Conab, a valorização do dólar e a boa qualidade das frutas nacionais influenciam os resultados.