Foto: Divulgação/Governo do Espírito Santo
Foto: Divulgação/Governo do Espírito Santo

Em junho, indústria cresceu em seis de 15 locais pesquisados pelo IBGE

No mês, a produção industrial nacional avançou 0,1% frente a maio


Em junho, a produção industrial nacional avançou 0,1% frente a maio e seis de 15 locais pesquisados registraram crescimento do setor.

As maiores altas foram no Espírito Santo (4,6%), Rio de Janeiro (3,2%) e em Santa Catarina (2,6%). 

Mato Grosso (2,2%), Goiás (1,8%) e Bahia (0,5%) também mostraram avanços acima da média nacional (0,1%).

As quedas mais intensas foram no Ceará (-6,4%), Região Nordeste (-4,5%), Amazonas (-4,0%) e Paraná (-3,3%).

Ceará e Maranhão assinalaram os recuos mais acentuados nesse mês, pressionados pelo comportamento dos setores de artefatos do couro, artigos para viagem e calçados, produtos químicos e confecção de artigos do vestuário e acessórios, no primeiro local, e de metalurgia no segundo.

Outros índices negativos ocorreram em São Paulo (-2,7%), Minas Gerais (-1,1%), Pará (-1,0%), Pernambuco (-1,0%) e Rio Grande do Sul (-0,5%).

O índice de média móvel trimestral da indústria foi negativo, interrompendo a sequência de resultados positivos registrados em maio (0,3%), abril (0,1%) e março (0,2%). 

Em médias móveis, Mato Grosso (2,8%), Espírito Santo (2,3%) e Rio Grande do Sul (1,0%) mostraram os principais avanços em junho de 2023.

Em comparação a junho de 2022, houve crescimento da indústria em 0,3% em nove de 18 localidades pesquisadas. Na comparação anual, as maiores altas ocorreram nos estados de Rio Grande do Norte (16,5%), Espírito Santo (11,8%), Rio de Janeiro (11,7%) e Mato Grosso (10,5%). 

No Rio Grande do Norte, as principais altas vieram de produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, como óleo diesel. 

Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. 
 

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LOC.: Em junho, a produção industrial nacional avançou 0,1% frente a maio e seis de 15 locais pesquisados registraram crescimento do setor.

As maiores altas foram no Espírito Santo, Rio de Janeiro e em Santa Catarina. 

Mato Grosso, Goiás e Bahia também mostraram avanços acima da média nacional.

As quedas mais intensas foram no Ceará, Região Nordeste, Amazonas e Paraná.

Ceará e Maranhão assinalaram os recuos mais acentuados nesse mês, pressionados pelo comportamento dos setores de artefatos do couro, artigos para viagem e calçados, produtos químicos e confecção de artigos do vestuário e acessórios, no primeiro local, e de metalurgia no segundo.

O índice de média móvel trimestral da indústria foi negativo, interrompendo a sequência de resultados positivos registrados em maio, abril e março. 

Em comparação a junho de 2022, houve crescimento da indústria em 0,3% em nove de 18 localidades pesquisadas. 

Na comparação internanual, o destaque foi o Rio Grande do Norte. No estado, as principais altas vieram de produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, como óleo diesel. 

Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. 

Reportagem, Luigi Mauri, narração, Lívia Azevedo.